Artigos Café Brasil
Bandidos Na TV
Bandidos Na TV
Assisti Bandidos Na Tv, nova série na NetFlix, que ...

Ver mais

1964 – O Brasil entre armas e livros
1964 – O Brasil entre armas e livros
Um documentário para ser visto como outro ângulo pelo ...

Ver mais

Os Podcasts Café Brasil Musicais
Os Podcasts Café Brasil Musicais
Música é uma de nossas grandes paixões, por isso de ...

Ver mais

#DicaNetFlix Trotsky
#DicaNetFlix Trotsky
É uma série de terror. Tem assassinos em série, ...

Ver mais

670 – A nova Previdência
670 – A nova Previdência
No dia 12 de Junho fomos à Brasília e, no Ministério da ...

Ver mais

669 – Fora da Caixa 2
669 – Fora da Caixa 2
Você não precisa inventar a lâmpada para ser original. ...

Ver mais

668 – Fora da caixa
668 – Fora da caixa
Não é fácil hoje em dia ter uma ideia original, ...

Ver mais

667 – Ajuda, por favor
667 – Ajuda, por favor
Toda mudança implica em incomodação. Se não incomoda, ...

Ver mais

LíderCast 157 – Marcel Van Hattem
LíderCast 157 – Marcel Van Hattem
Marcel Van Hattem é um jovem Deputado Federal pelo ...

Ver mais

LíderCast 156 – Karina Oliani e Carlos Morey
LíderCast 156 – Karina Oliani e Carlos Morey
Aproveitando que o Everest está sendo discutido na ...

Ver mais

LíderCast Temporada 12
LíderCast Temporada 12
Vem aí a Temporada 12 do LíderCast, que será lançada na ...

Ver mais

LíderCast 155 – Emilio Dantas Costa
LíderCast 155 – Emilio Dantas Costa
Servidor público de carreira, que a partir das ...

Ver mais

Cafezinho Live – Como será o Brasil com Bolsonaro
Cafezinho Live – Como será o Brasil com Bolsonaro
Um bate papo entre Adalberto Piotto, Carlos Nepomuceno ...

Ver mais

046 – Para quem vai anular o voto
046 – Para quem vai anular o voto
Fiz um vídeo desenhando claramente o que acontece com ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

TRIVIUM: CAPITULO 2 – AMBIGUIDADE DA LINGUAGEM (parte 10)
Alexandre Gomes
Já que uma PALAVRA é um SÍMBOLO, um SIGNO ARBITRÁRIO ao qual é imposto um significado por convenção, é natural que esteja sujeita (a palavra) à AMBIGUIDADE. E isso pode surgir de alguns pontos: ...

Ver mais

O salário do professor brasileiro é um dos mais baixos do mundo
Gustavo Bertoche
É preciso lançar pontes.
Matéria de ontem no jornal O Globo nos lembra um fato que é amplamente reconhecido: os professores brasileiros estão entre os que recebem os menores salários no mundo inteiro. Em relação aos ...

Ver mais

As cigarras, as formigas e o tal do viés ideológico
Carlos Nepomuceno
RESUMO DA LIVE: LIVE COMPLETA.

Ver mais

Komsomol brasileiro
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
Um dos métodos mais eficazes para garantir a lavagem cerebral nos jovens de tenra idade (muitas vezes órfãos, vítimas da guerra ou dos pavorosos assassinatos em massa ordenados por Stalin) na ...

Ver mais

Cafezinho 188 – O coeficiente de trouxidão
Cafezinho 188 – O coeficiente de trouxidão
É seu coeficiente de trouxidão, com a suspensão ...

Ver mais

Cafezinho 187 – Quem merece seu tempo de vida
Cafezinho 187 – Quem merece seu tempo de vida
Meu tempo de vida está sendo enriquecido ou só desperdiçado?

Ver mais

Cafezinho 186 – A disciplina intelectual
Cafezinho 186 – A disciplina intelectual
Na definição dos dicionários, disciplina é o conjunto ...

Ver mais

Cafezinho 185 – O princípio Eisenhower
Cafezinho 185 – O princípio Eisenhower
Dê uma olhada nas pautas em discussão nas mídias. Veja ...

Ver mais

Acabativa: Fazer Acontecer

Acabativa: Fazer Acontecer

Luciano Pires -

Mais um final de ano, tempo em que tomamos aquelas decisões que sempre deixamos para trás, sabe como é? Ano que vem vou perder peso, virar palestrante, deixar de fumar, mudar de emprego, mudar de amor, mudar de país… mudar, mudar, mudar. E doze meses depois olhamos pra trás e constatamos que não conseguimos fazer o que dissemos que íamos fazer. Faltou acabativa.

Anos atrás encontrei num texto de Stephen Kanitz essa palavra genial: “acabativa”, que não existe nos dicionários. Sua oposição ao termo “iniciativa” explicita o conceito do fazer acontecer com clareza absoluta: “Chega de iniciativa. Precisamos de acabativa”. Ou “de que serve ter iniciativas sem ter acabativas?”. Transformei o termo em uma de minhas marcas como palestrante e ao longo do tempo observei certas “categorias de consciência” com relação à acabativa, que talvez você reconheça.

Primeira categoria: o “zé-mandado”, gente que só se movimenta quando recebe ordens e faz exatamente aquilo que o chefe mandou. Para os zé-mandados, a acabativa é um estímulo externo, necessariamente acompanhado de instruções e da ameaça de represália se a ordem não for executada. Os zé-mandados são motivados pelo medo, que provoca alto envolvimento, mas comprometimento zero. Praticam o pensamento crítico apenas para reclamar do chefe, da empresa, dos políticos e da vida. Os zé-mandados são a maioria no universo profissional. Reativos, se transformam em pesos mortos quando não tem o chefe para obedecer.

Segunda categoria: os “asnos com iniciativa”, gente que sai fazendo sem refletir a respeito, incapaz de compreender o impacto e influência de suas ações sobre outras pessoas e processos. Essa gente não consegue ligar causa com consequência, age por impulso e tenta sempre aplicar velhas soluções a novos problemas. Os asnos com iniciativa são perigosos, já que não compreendem as consequências de seus atos. E quando criticados ficam revoltados, pois se dizem tolhidos em suas iniciativas. Acabativa na mão deles é uma ameaça…

Terceira categoria: os “empurradores”. São especialistas em colocar a responsabilidade nas mãos de outros. Basta uma palavra e pronto: é no seu colo que eles jogam o problema. Essa gente tem uma facilidade impressionante de colocar a culpa em outras pessoas e processos. Nas mãos delas as coisas não andam, e sempre tem uma explicação para o “por que não fiz”, “por que não deu”. Os empurradores desconhecem o significado do termo acabativa. Jamais passam da iniciativa.

Quarta categoria: o cagão. Sobre ele já escrevi outros textos, mas o cagão tem um papel importante como complicador da acabativa. Ele não admite correr riscos, evita tomar iniciativas com medo das conseqüências e sempre que pode aconselha os outros a não fazer, a deixar como está. Para o cagão, acabativa é incomodação.

Existem outras categorias que abordarei em artigos futuros, pois pretendo ir mais fundo na questão da acabativa. O mais importante é constatar que fazer acontecer exige coragem, capacidade de enxergar longe, compreensão do todo, comprometimento e – acima de tudo – entender aonde se quer chegar. Sem isso só é possível obedecer ordens, fazer cagadas, empurrar pros outros ou… ser um cagão.

Reconheceu alguém aí?

Feliz Natal.

Luciano Pires