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Os monstros da negatividade

Os monstros da negatividade

Luciano Pires -

Nesta manhã de 12 de maio de 2016, minutos após a notícia do afastamento de Dilma Rousseff pelo Senado, me sinto num daqueles diálogos:

– Bom dia!

– Bom dia pra você, pra mim tá uma merda!

– Você está bonita hoje!

– Eu não estava bonita ontem?

Imagino que todo brasileiro esteja descontente com os caminhos que o país tomou até aqui. Imagino que ninguém esteja satisfeito com os números da economia ou dos indicadores sociais. Entendo que ninguém se conforma com os 11 milhões de desempregados. Compreendo que todos estejam indignados com as comprovações da corrupção em todos os setores. Acredito que todos os brasileiros querem mudança, aliás, urgem por mudanças. Não dá para continuar como está.

E então nos mobilizamos, vamos às ruas, demonstramos que quem quer a mudança é a maioria, todos os passos que a lei exige são seguidos, direito de defesa é dado a todos os acusados em todas as etapas do processo e, por decisão da maioria, a mudança acontece.

E o que vejo, especialmente nas mídias sociais, é a quantidade assustadora de gente com pensamento negativo sob todas as formas, imputando motivações e intenções negativas a qualquer um que se diz esperançoso, manifestando incredulidade com qualquer um que decida participar da mudança, pessimistas apostando que nada dará certo, desconfiança, má vontade, aversão a risco e frustração. Embora a gente tenha de lidar de quando em quando com essas pessoas negativas, elas têm de lidar consigo mesmas todo o tempo. E isso é uma fonte inesgotável de angústia. No fundo os monstros da negatividade pensam assim:

– Se as pessoas agissem como eu quero, aí sim as coisas andariam bem.

Sentiu a arrogância dos que se sentem acima dos demais, capazes de entender o que os outros não entendem, de enxergar o que outros não enxergam, certos de que são capazes de prever o futuro pessimista que os ignorantes que acham que “agora vai” não têm?

Os que assaltam as áreas de comentários com suas ideias negativas são incapazes de perceber sua atitude destrutiva no momento em que precisamos nos unir para construir. As coisas não estão indo do jeito que a pessoa quer e como ela não tem maturidade para compreender esse sentimento interno de frustração, nem para comunica-lo de forma produtiva, faz o que aprendeu quando criança: chora. Esperneia. Birra. Foi o que sobrou para os que experimentam a angústia de não ter controle sobre sua vida. Para os que precisam admitir a consciência de sua impotência.

E o pior: quem está pessimista em relação a seu futuro, jamais conseguirá contribuir para o sucesso dos outros. Aliás, culpar esses outros, o sistema, as elites, os elementos externos, é o que existe em comum nos monstros da negatividade.

Para quem está em outra vibe, apostando na mudança, aceitar os negativos esperando que, com o tempo, mudarão de visão, é uma atitude passiva que alimenta o monstro da negatividade, que se sentirá justificado, ficará mais forte e violento, apostando que em algum momento dirá o “eu avisei!”. E inconscientemente, até mesmo trabalham para isso!

Apenas reconhecer e tolerar o direito do outro de ser negativo, não muda nada.

O que fazer então?

Bem, primeiro cuidar de sua armadura emocional para não se contaminar com os negativos. Proteger sua energia, sua motivação para mudar.

Depois demonstrar sua segurança, deixar claro que você escolheu outro caminho e – se possível – explicar a razão. Mostrar que você prefere aceitar os riscos e ter a chance de acertar a permanecer no ressentimento passivo. O negativo não sabe mais que você, não pode adivinhar o futuro, só pode se alimentar de suas angústias e gerar energia negativa para que as coisas não mudem.

“O otimista é o pessimista bem informado”, lembra disso? Essa frase arrogante foi dita por um monstro da negatividade. Não quero gente assim por perto. Não preciso de gente assim por perto. Neste momento, quero gente positiva, que contamina os outros com sua energia boa. Gente que fará bem para mim.

Entendido? Neste texto falei como agirei de dentro pra fora para participar do momento de mudança do Brasil e vencer os monstros da negatividade.

Agora preciso trabalhar.

Tem mais um monte de bandido pra botar na cadeia.