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Luciano Pires -

No Brasil, elegemos os vereadores e os deputados estaduais e federais pelo sistema eleitoral proporcional. Nele o total de votos válidos apurados na eleição é dividido pelo número de vagas em disputa, obtendo-se o Quociente Eleitoral.

Por exemplo, o Rio de Janeiro em 2010 tinha 46 vagas para deputado federal e teve perto de 8 milhões de votos válidos. 8 milhões divididos por 46 vagas, dá 174 mil. Esse foi o quociente eleitoral daquele ano.

Naquela eleição, somando os votos para seus candidatos mais os votos exclusivamente para o partido, o PSOL do Rio de Janeiro, por exemplo, conseguiu 320 mil votos válidos.  Dividindo-se 320 mil votos do partido pelos 174 mil do quociente eleitoral, chegou-se em 1,84, arredondados para 2. Pronto. O PSOL poderia eleger até dois deputados federais.

O candidato mais votado do PSOL foi Chico Alencar, com 240 mil votos. E aí funciona assim: o Quociente Eleitoral de 174 mil foi subtraído dos 240 mil votos do Chico Alencar. Sobraram 66 mil, que foram transferidos para o segundo candidato mais votado do partido, um novato chamado Jean Wyllys, que havia obtido míseros 13 mil votos.

Wyllys foi para 80 mil votos, passando à frente de 50 candidatos de outros partidos que tiveram mais votos que ele, e tornando-se o deputado federal eleito com a menor quantidade de votos no país, 13 mil. Entendeu?

Por isso os partidos buscam celebridades para usar como puxadores de votos e beneficiar outros candidatos. O resultado é que em 2016, dos 513 deputados federais, só 36 chegaram à câmara eleitos com votos próprios, superando o Quociente Eleitoral. Os outros 477 chegaram lá ajudados por puxadores de votos. Você aí que votou no Tiririca em 2014, ajudou a eleger mais dois que você nem conhece… Em outras palavras, seu voto, antes de ir para um candidato, vai para um partido.

 

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