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Luciano Pires -

O “mas” é uma conjunção coordenativa adversativa que liga duas orações ou palavras e expressa a ideia de contraste, de diferença. Vou explicar usando uma matéria do G1:

“Desemprego cai para 11,8% em julho e atinge 12,6 milhões de pessoas”. Esse é o fato. E o G1 escreveu assim:

“Desemprego cai para 11,8% em julho, mas atinge 12,6 milhões de pessoas”.

Notou diferença? No primeiro enunciado, “desemprego cai e atinge 12,6 milhões”, ou “e” significa que o desemprego está em queda e dá a entender que 12,6 milhões de pessoas é uma redução. Portanto devemos comemorar o avanço.

No segundo enunciado, “desemprego cai, mas atinge 12,6 milhões de pessoas”, esse “mas” dá a entender que o desemprego está em queda, mas isso não quer dizer muito, pois 12,6 milhões de desempregados é muito alto. Portanto, não há nada para comemorar, nenhum mérito a dar.

Esse é o “mas” como oposto, como contraste, que conhecemos de sobra.

O problema é que nestes tempos de manipulação da opinião pública, o “mas” passou a ser aquilo que chamo de Conjunção Coordenativa Escusativa: “Os mensaleiros meteram a mão no dinheiro público, mas foi por uma boa causa”;“O MST invadiu e destruiu a fazenda, mas aquelas terras são consideradas improdutivas”;“O hacker invadiu o celular do ministro, mas ele não deveria ter conversado com o procurador”.

E esse “mas” pode ser também Conjunção Coordenativa de Negação. “PIB Cresce 0,4% e surpreende, mas retomada é lenta”; “PIB reage, mas previsão para o ano ainda fica em 1%”; “Investimento empurra PIB, mas recuperação segue lenta”. Essas são manchetes dos jornais falando do anúncio de que o PIB brasileiro subiu 0,4% no primeiro trimestre do ano, o que deveria ser uma excelente notícia, não pelo número absoluto, mas pela reversão da queda.

O “mas” como Conjunção Coordenativa Escusativa prepara a escusa, a desculpa. Transfere responsabilidades para terceiros, justifica desmandos, atenua consequências e torna normal e aceitável aquilo que deveria ser rechaçado por imoral, ilegal e desonesto.

O “mas” como Conjunção Coordenativa de Negação, elimina qualquer mérito por coisas boas, liquida a esperança na melhora, valoriza o torto, o erro. E então temos o ”Roubou, mas quem não roubou antes?” “A boate pegou fogo, mas os que morreram sabiam que era um local arriscado”, “A moça foi estuprada, mas estava usando uma saia curtíssima”. Entendeu?

Preste atenção em quem usa o “mas” como desculpa ou como negação. Jamais perca de vista que quem escolhe, defende e protege o ruim porque antes era pior, continua escolhendo o ruim. E quem usa o “mas” para esconder algo bom só porque não gosta de quem o fez, é burro.

Ou canalha.

 

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