Iscas Intelectuais
Palestra O Meu Everest
Palestra O Meu Everest
Meu amigo Irineu Toledo criou um projeto chamado ...

Ver mais

Brazilian Rhapsody
Brazilian Rhapsody
O pessoal da Chinchila fez uma paródia de Bohemian ...

Ver mais

O Guia do Anunciante em Podcasts
O Guia do Anunciante em Podcasts
O Guia do Anunciante em Podcasts traz informações ...

Ver mais

Bandidos Na TV
Bandidos Na TV
Assisti Bandidos Na Tv, nova série na NetFlix, que ...

Ver mais

688 – Doar órgãos é doar vida
688 – Doar órgãos é doar vida
A doação de órgãos é um ato de generosidade, é o ...

Ver mais

687 – A herança maldita
687 – A herança maldita
Uma apresentação, com números, do descompromisso, a ...

Ver mais

686 – O Meu Everest
686 – O Meu Everest
Em 2001 eu fiz talvez a maior viagem da minha vida. ...

Ver mais

685 – Entrevista no Ranking dos Políticos
685 – Entrevista no Ranking dos Políticos
O Ranking dos Políticos é uma iniciativa civil para ...

Ver mais

LíderCast 174 – Eduardo Albano
LíderCast 174 – Eduardo Albano
Diretor de conteúdo da Ubook, plataforma que está ...

Ver mais

LíderCast 173 – Henrique Prata
LíderCast 173 – Henrique Prata
O homem que fundou o Hospital do Câncer de Barretos, ...

Ver mais

LíderCast 172 – Paulo Vieira
LíderCast 172 – Paulo Vieira
Paulo Vieira está à frente da Next Academy, maior ...

Ver mais

LíderCast 171 – Fabiana Salles
LíderCast 171 – Fabiana Salles
Uma empreendedora que, a partir da criação de um ...

Ver mais

Cafezinho Live – Como será o Brasil com Bolsonaro
Cafezinho Live – Como será o Brasil com Bolsonaro
Um bate papo entre Adalberto Piotto, Carlos Nepomuceno ...

Ver mais

046 – Para quem vai anular o voto
046 – Para quem vai anular o voto
Fiz um vídeo desenhando claramente o que acontece com ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

Sem enredo
Chiquinho Rodrigues
Ainda bem que o U2 pegou um avião e foi pra puta-que-pariu! Eu já não aguentava mais, cara! Te juro que se eu visse o Bono Vox mais uma vez no Jornal Nacional ou na droga de um palanque qualquer ...

Ver mais

O melhor lugar da vida pra você usar a criatividade é na própria vida
Henrique Szklo
Muito se fala sobre a criatividade, mas a maioria não sabe exatamente para que serve, como utilizá-la, em que momento nem seu significado mais profundo. O número excepcional de atividades que ...

Ver mais

Nosso Pearl Harbor
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
Quando o Japão atacou os Estados Unidos, em 1941, destruindo a base aeronaval de Pearl Harbor, o então presidente Franklin D. Roosevelt discursou no congresso, externando toda a sua revolta pelo ...

Ver mais

Destaques da Aula 5 do Curso on-line de Filosofia (COF)
Eduardo Ferrari
Resumos e Artigos
Lembremos que o objetivo dessa série é chamar atenção para o conteúdo do Curso On-line de Filosofia, que pode ser acessado na página do Seminário de Filosofia. Os principais destaques da aula de ...

Ver mais

Cafezinho 222 – Sobre princípios e pragmatismo
Cafezinho 222 – Sobre princípios e pragmatismo
Parece que está cada dia mais difícil tomar posição ...

Ver mais

Cafezinho 221 – Desemprego Qualificado
Cafezinho 221 – Desemprego Qualificado
A escassez de talentos está se transformando em ...

Ver mais

Cafezinho 220 – Mulheres gostosas fazem sexo e morrem no Everest
Cafezinho 220 – Mulheres gostosas fazem sexo e morrem no Everest
Assim como dinheiro atrai dinheiro, popularidade atrai ...

Ver mais

Cafezinho 219 – Brasil recusado na OCDE
Cafezinho 219 – Brasil recusado na OCDE
Para essa gente, o Brasil não pode dar certo.

Ver mais

TRIVIUM CAP.2 – LINGUAGEM E SEUS SÍMBOLOS (parte 4)

TRIVIUM CAP.2 – LINGUAGEM E SEUS SÍMBOLOS (parte 4)

Alexandre Gomes -

O caminho até agora está ficando longo, não é? Por mais que eu use exemplos próximos da realidade; ainda assim, eu e você estamos buscando entender conceitos abstratos. Afinal, estamos falando sobre os nomes das coisas (materiais e imateriais). Pois bem! No texto de hoje vamos tratar justamente como se organizam e dividem as palavras! Ou melhor dizendo: os SIMBOLOS – uma vez que cada palavra significa (simboliza) pelo menos alguma coisa.

A linguagem emprega QUATRO TIPOS de símbolos para representar a REALIDADE, que se organizam da seguinte forma:

– Dois tipos são para a descrição do INDIVÍDUO:

  1. a) o símbolo próprio, que são os nomes próprio dos indivíduos. Tais como: Machado de Assis, Rio Amazonas, Cidade do Recife, etc. e;
  2. b) o símbolo empírico, que são as descrições particulares. Tais como: o atual gerente da loja, a mulher que estava histérica, a mobília desta casa (notou que houve uma especificação no tempo, no espaço ou em ambos?)

Perceba que a LINGUAGEM seria IMPOSSÍVEL se houvesse apenas SÍMBOLOS PRÓPRIOS. Basta que você imagine quantas combinações de letras seriam necessárias para designar pessoas, lugares ou épocas específicas. Palavras gerais como “ano”, não existiriam. Haveria apenas – talvez – um nome próprio… algo como… Tibúrcio! E quando este [ano] acabasse, nunca mais tal nome seria usado; (ok, essa seria a parte boa, nos livraríamos de Tibúrcio). Mas quantas combinações pronunciáveis seríamos capazes de criar para cada ano? Cada mês, semana, dia e por aí vai?

Seria loucura!!

Notou que não podemos viver só com símbolos próprios? Os símbolos empíricos servem justamente que eu diga aqui para você “Luciano Pires produz um podcast excelente!” e você entenda que estou listando um símbolo próprio (Luciano Pires) e dois símbolos empíricos (podcast e excelente) – sendo o  símbolo “podcast” uma descrição particular de um tipo de gravação de áudio e o segundo símbolo, um adjetivo de qualidade acima do ótimo (que é outro adjetivo, mas você me entendeu) – vamos deixar o verbo (produz) e o adjunto para depois, ok? (mesmo assim, cada um deles é um símbolo).

A consequência de uma LINGUAGEM feita puramente por símbolos próprios é que a única forma de compartilhar qualquer conhecimento seria por EXPERIÊNCIAS COMUNS. Ou seja, qualquer conhecimento descoberto por um grupo seria parecido com uma piada interna – só aqueles que vivenciaram a experiência reveladora entenderiam do que estava sendo dito, pois não haveria um símbolo empírico para explicar para quem não viu o evento que gerou o conhecimento novo.

O que fica claro é: ideias gerais ou universais não poderiam ser expressas em uma linguagem que só tivesse símbolos próprios. Ou seja, SEM uma linguagem de símbolos empíricos pré-existente, você DIFICILMENTE seria capaz de entender o funcionamento de uma chave grifo (ou de cano), pois as chances de vê-la funcionando são bem pequenas.

E se você pensa que o problema de comunicação seria apenas hoje em dia, imagine explicar a utilidade de um arco-e-flecha para um jovem caçador na Antiguidade sem uma caça gentil, que se dispusesse a ficar parada como alvo até que o caçador experiente demonstrasse VÁRIAS VEZES o uso da ferramenta para o aprendiz. Sem os símbolos empíricos não conseguiríamos sair das cavernas, não é?

Isso nos leva para os próximos dois tipos de descrição da REALIDADE: são os símbolos que descrevem a ESSENCIA das coisas.

  1. O nome comum: criança, cadeira, hora, quadrado, etc. Todos esses são nomes comuns, listados em dicionários e que dão a ESSÊNCIA das coisas que descrevem. Juntando todas as espécies e gêneros. Perceba, SALTO é um tipo (espécie) de movimento; voar, andar e rastejar são outra ESPÉCIE (ou tipo). <esmo sendo cada um deles também um movimento (o que os une é que todos têm o mesmo gênero).
  2. A descrição geral: termos como: animal racional, triangulo equilátero e rei da Inglaterra. Perceba que mesmo usando NOMES COMUNS para criar uma descrição geral (ou universal), foi possível chegar a ESSÊNCIA de cada coisa. Reforçando: quando digo REI da Inglaterra eu busquei destacar duas coisas: os reis, entre todos os homens, e os reis ingleses entre todos os reis.

Porém, algo muito sério deve ser destacado. Juntar aleatoriamente nomes comuns não criam descrições gerais válidas. Uma vez que as DESCRIÇÕES GERAIS precisam REPRESENTAR UMA ESSÊNCIA ou NATUREZA DE CLASSE que seja intrinsecamente POSSÍVEL, ainda que não exista de fato. Vamos aos bons exemplos, certo? É válido usar descrições gerais como: sereia, extraterrestre e corintiano honesto. Tais coisas NÃO EXISTEM, mas como podemos IMAGINÁ-LAS, ELAS SÃO POSSÍVEIS.

Agora, tente imaginar um CÍRCULO QUADRADO? Ou um QUADRADO TRIANGULAR? Percebam que as palavras se encaixam tranquilamente, mas elas fazerem sentido… não faz, certo? Talvez faça na cabeça de quem acha que só porque as palavras soam bem, elas comandam a realidade.

O ponto é: enfileirar nomes comuns e dizer que criou um novo conceito impossível de ser imaginado não é sinal de grande inteligência, ou profundidade de pensamento. É apenas burrice. Ou malandragem retórica para impressionar pessoas simples. Se você está pensando que estou fazendo proselitismo político, está enganado. Porém, se sua lembrança o/a levou para alguns livros que falam de Segredo Quântico, Magia Quântica e asneiras similares… aí sim, você acertou em boa parte do que estou falando aqui.

Pois bem, gentil leitora; caro leitor. Você já deve ter notado que a frequência aumentou. Então oficializo aqui: todos os dias 07 e 21 do mês tem post sobre o Trivium. Então comente, critique e/ou me xingue nos comentários, que tentarei responder (educadamente, é claro). Agora, se realmente tem paciência, entre na Confraria Café Brasil que sempre estou lá – e garanto: tem gente muito mais interessante por lá.

Ver Todos os artigos de Alexandre Gomes