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Loop

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Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

A entrevista de Jair Bolsonaro ao programa Roda Viva, na TV Cultura, deu o que falar. Não pelos motivos esperados, por paradoxal que pareça; mas pela inexperiência dos jornalistas, que fizeram um péssimo programa ao perguntando mal e explorar pior ainda o polêmico candidato. Em lugar de fisgar o candidato à presidência da República pela sua absoluta falta de proposta de governo (inexistente até diante do TSE), preferiram voltar à cansativa lengalenga de se-1964-foi-ditadura-ou-não. Assunto ridículo, por dois motivos:Passado mais de meio século, a esquerda insiste nisso como seu oxigênio, sua razão de viver, sua pinga, sua choradeira sem fim para garantir vitismismo. O outro: Todo mundo sabe o que Bolsonaro pensa sobre a ditadura. Ou seja, foi uma batalha entre perguntas idiotas e respostas lugar-comum. Show inútil.
Bolsonaro não admite verdades indiscutíveis, e trata a violência da ditadura como conjunto de pequenos acidentes de percurso. Não foram. Crime é crime, independente de ideologia. Entretanto, isso é assunto pra Lei de Anistia, que beneficiou criminosos da ditadura, mas também os terroristas/comunistas que se fingiam (ainda se fingem) de democratas, quando tentavam instalar aqui uma ditadura muito pior.
Voltando: os entrevistadores despreparados insistiam em temas de polêmica vazia, rasa, pois Bolsonaro dá as mesmas respostas há mais de 20 anos. Não era entrevista, mas sim troca de figurinhas. Ridículo de ambos os lados, pior para os entrevistadores. Até o instante em que um deles tocou no assunto refugiados & cotas; primeiro afirmou que Jesus foi um “refugiado”. Haja ignorância. Depois ficou todo horrorizadinho quando Bolsonaro negou a existência da alegada “dívida histórica” em relação aos negros, desaprovando cotas raciais, prometendo seu fim se eleito. De fato, um dos maiores defeitos do sistema de cotas é tratar negros (e outras etnias ao sabor dos tribunais raciais da esquerda tresloucada) como inferiores, algo que não são. Negros são tão capazes como qualquer indivíduo, seja ele branco, vermelho, amarelo, roxo. Sobre a alegada dívida histórica, Bolsonaro é contra, mas não esclarece a razão. Por ser despreparado e explosivo, simples assim.
Vamos em loop, como tá na moda dizer. Opa, moda não, hipster, esse papo de “dívida histórica”.
O despreparado repórter, visivelmente esquerdista, alegou que Portugal tem uma “dívida histórica” com a África, que se transferiria automaticamente para os negros brasileiros na qualidade de credores. Aham. E se os portugas cobrassem suas “dívidas históricas” com os franceses? Afinal, estes criaram o Bloqueio Continental em 1806, quase falindo Portugal a mando de Napoleão. Falando nos franceses, quando vão pagar a “dívida histórica” com os americanos por expulsarem os nazistas da França em 1944/45 enquanto o exército francês se borrava de medo, totalmente rendido? Falando neles, dá até medo do tamanho da conta que os franceses vão mandar aos alemães pelas duas guerras mundiais em “dívidas históricas”. Isso pra não falar dos judeus, com 6 milhões de mortos. Seria a falência da alemãozada através de “dívidas históricas”.
E se franceses, alemães, ingleses, espanhóis, e tantos outros, resolvessem cobrar da Itália sua “dívida histórica” pelas invasões do Império Romano, com todos os massacres, escravidão, execuções, tirania, expropriações? O que dizer do império Romano do oriente, que foi destroçado pelos muçulmanos em 1453? A atual Turquia vai pagar a conta dessa “dívida histórica”? Falando nisso, os islâmicos, primeiros a escravizar negros, em número muito maior que no ocidente, como muito bem lembra o professor Olavo de Carvalho ( https://www.youtube.com/watch?v=BUL4miWzYpo ), vão pagar essa “dívida histórica”? Os vários países africanos que mantiveram a escravidão (na prática) até recentemente, como o Marrocos nos anos 80? Vão quitar a “dívida histórica” como? Loop.

Escravidão é um horror que mancha a história. Uma imundície da raça humana, como lembrou o filho de Churchill, não de uma cor ou outra. Outro horror é transformar isso em “dívida” às expensas do Tesouro Nacional – ou seja, de todos nós. Erro gigantesco, caindo nessa besteira inventada pela esquerda, viciada em dividir o povo nas lutas de classe, gênero, cor, tudo de forma difusa e vitimista. Muitos negros de sucesso concordam, tais como Carlinhos Brown, Fernando Holiday, Hélio de La Peña, Morgan Freeman e tantos, tantos outros.
Falando em “dívida histórica”, quando os comunistas vão pagar ao mundo pelos mais de 100 milhões de assassinatos de Mao, Stalin, Pol Pot e demais monstros de esquerda? E metade da Europa escravizada, massacrada e tiranizada pelos soviéticos entre 1945 e 1991? Só pra saber, sem mencionar as “dívidas históricas” atuais quanto aos monstruosos regimes que escravizam cubanos e venezuelanos. Podem começar a preencher os cheques, vocês são responsáveis e “devedores históricos” ao apoiar regimes ditatoriais, oprimindo todas as cores; é miséria sem racismo, camaradas lulistas.

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