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A gracinha hipócrita começou, como não poderia deixar de ser, no New York Times (o jornal mais esquerdista dos EUA), e na revista New Yorker, a mais bestinha das revistas daquela cidade cujos habitantes crêem realmente ser um “povo” mais civilizado que os demais (a Califórnia já teve essa doença e parece estar convalescendo, depois de perder anos discutindo a quadratura do círculo). Não por acaso, é lá que brotam movimentos ridículos, anarquistas (tradução real: comunistas envergonhados), como o Ocuppy New York, no qual um bando de desocupados queria derrubar o sistema, ao mesmo tempo em que eram mantidos por esse mesmo sistema que eles fingem querer derrubar para poder receber mais verbas da população, via… sistema. Deu pra entender o ridículo da coisa?

Pois bem: Em novembro do ano passado esses dois periódicos cheios de si publicaram as primeiras acusações de assédio sexual contra o produtor de cinema Harvey Weinstein, o queridinho de toda a Intelligentsia (e até da “Burritzia”) estrelada do eixo Hollywood-Broadway. As denúncias eram sobre “testes do sofá” e outras situações em que Weinstein teria solicitado favores sexuais de atrizes em troca de bons papéis em suas produções, prometendo às candidatas fama e fortuna. Esses fatos teriam ocorrido há cerca de 20 anos. Aproveitando ocasiões como as recentes premiações d’O Globo de Ouro e do Oscar, Meryl Streep, Ashley Judd, Frances McDormand, Oprah Winfrey e outras “indignadas”, vítimas ou não, resolveram abraçar a causa e apontar o produtor como o demônio encarnado, um aproveitador sem coração de mocinhas puras e indefesas. Na esteira histérica desse falso moralismo vieram o #metoo e outros movimentos autoproclamados defensores das mulheres. Então tá.

Weinstein foi realmente muito cafajeste, se as acusações forem verdadeiras, e realmente parecem ser. Teste do sofá é uma coisa nojenta, típica de quem usa o poder para se dar bem no showbiz. Mas o que dizer das atrizes (ou quase) que aceitaram a chantagem para – também – se dar bem? Não são tão ou mais pilantras que Weinstein? Quer dizer que algumas das tais “indignadas” esperaram 20 anos (vinte!) para “denunciar” os tais “crimes”, agora que são ricas e bem sucedidas, em parte por terem cedido à cafajestada dele? São oportunistas se fingindo de heroínas. Se o que alegam é verdadeiro, seu silêncio cúmplice permitiu que ele, teoricamente, tenha feito isso com dezenas de outras garotas aspirantes ao sucesso. Ou não?

Se há heroínas nessa história, ainda muito mal contada, são as que disseram um claro e redondo NÃO às investidas do produtor cafajeste, colocando sua honra à frente de sua carreira, de sua ambição. Enquanto isso, as atuais revoltadinhas disseram SIM ao pilantra, sabendo que desse jogo ia sair muito lucro. Em poucas palavras, na crucial hora do ou-dá-ou-desce, optaram friamente por não descer.

Essas, como Mira Sorvino e Rose McGowan, agora se fingem de puritanas, de vestais revoltadas com as manobras arrivistas das quais participaram livremente. Sejam menos calhordas, senhoras. Tenham um mínimo de vergonha na cara. Vocês não são vítimas, são cúmplices; principalmente pelo lucro e pelo obsequioso silêncio de tantos anos, que pode ter prejudicado dezenas de outras mulheres que hoje vocês dizem “defender”.

Nessas comemorações em torno do Dia Internacional das Mulheres, a homenagem deveria ir às atrizes desconhecidas que recusaram participar dessa imundície. Que zelaram pelos seus nomes. E pagaram por isso com um atraso em sua carreira – mas considerando ser a escolha certa entre honrar a si, amigos e familiares, do que pegar um elevador infame direto ao topo, pagando o ascensorista com sexo. E sexo consentido. As que disseram não ao produtor tarado são verdadeiras vítimas e as únicas heroínas a defenderem as demais mulheres; por isso mesmo hoje são pessoas anônimas. Não receberam a paga que as “indignadas” aferiram pelos serviços prestados.

As que lucraram com seu sexo consentido são triplamente cafajestes: Cederam de bom grado aos avanços de Weinstein, colhendo os lucros dessa prostituição desonrosa, se calaram por 20 anos, e ainda fingem esquecer as que recusaram participar dessa imundície. Não por acaso, essas hipócritas se dizem feministas, outra bandeira infeliz, usada por arrivistas sob o manto da buscada “igualdade”. Pior: são as que mais gritam o lema “não é não”, apesar dos muitos “sim” sussurrados por dinheiro, numa cafetinagem artística digna de asco. Afinal de contas, também há pecado acima do Equador, Ney.

Às verdadeiras corajosas, anônimas e honradas, todas as homenagens do Dia Internacional da Mulher.

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