Iscas Intelectuais
Podpesquisa 2018
Podpesquisa 2018
Em sua quarta edição, a PodPesquisa 2018 recebeu mais ...

Ver mais

Como decidi em quem votarei para Presidente
Como decidi em quem votarei para Presidente
Não sei se estou certo, não fui pela emoção, não estou ...

Ver mais

Democracia, Tolerância e Censura
Democracia, Tolerância e Censura
O que distingue uma democracia de uma ditadura é a ...

Ver mais

O dia seguinte
O dia seguinte
Com o aumento considerável do mercado de palestrantes ...

Ver mais

635 – De onde surgiu Bolsonaro?
635 – De onde surgiu Bolsonaro?
O pau tá quebrando, a eleição ainda indefinida e nunca ...

Ver mais

634 – Me chama de corrupto, porra!
634 – Me chama de corrupto, porra!
Cara, que doideira é essa onda Bolsonaro que, se você ...

Ver mais

633 – Ballascast
633 – Ballascast
O Marcio Ballas, que é palhaço profissional, me ...

Ver mais

632 – A era da inveja
632 – A era da inveja
Uma pesquisa de 2016 sobre comportamento humano mostrou ...

Ver mais

LíderCast 128 – Leide Jacob
LíderCast 128 – Leide Jacob
Empreendedora cultural e agora cineasta, que ...

Ver mais

LíderCast 127 – Lito Rodriguez
LíderCast 127 – Lito Rodriguez
Empreendedor, criador da DryWash, outro daqueles ...

Ver mais

LíderCast 126 – Alexis Fonteyne
LíderCast 126 – Alexis Fonteyne
Empresário criativo e agora candidato a Deputado ...

Ver mais

LíderCast 125 – João Amoêdo
LíderCast 125 – João Amoêdo
Decidimos antecipar o LíderCast com o João Amoêdo ...

Ver mais

046 – Para quem vai anular o voto
046 – Para quem vai anular o voto
Fiz um vídeo desenhando claramente o que acontece com ...

Ver mais

Confraria Café Brasil
Confraria Café Brasil
A Confraria Café Brasil nasceu para conectar pessoas ...

Ver mais

Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata T02 10
Videocast Nakata Temporada 02 Episódio 10 - Hábitos ...

Ver mais

Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata – T02 09
Videocast Nakata - Temporada 02 Episódio 09 Quando ...

Ver mais

Os 7 erros da Folha de São Paulo sobre o “escândalo do Fake News”.
Carlos Nepomuceno
Veja o vídeo aqui.

Ver mais

Marxistas brasileiros vivem espécie de alucinação coletiva recorrente
Carlos Nepomuceno
O jornal Folha de São Paulo publica um artigo feita por uma petista confessa: Ver aqui: https://www.facebook.com/carlos.nepomuceno/posts/10156853246303631 …sem nenhum fato, baseado em ...

Ver mais

Sempre, sempre Godwin
Fernando Lopes
Iscas Politicrônicas
O advogado Mike Godwin criou em 1990 a seguinte “lei” das analogias nazistas: “À medida que uma discussão online se alonga, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou os ...

Ver mais

É mais fácil seguir o grupo
Jota Fagner
Origens do Brasil
Existe uma crença muito difundida de que a história humana avança em etapas gradativas e que culminará numa revolução transformadora. O tipo de revolução muda conforme o viés ideológico. A ...

Ver mais

Cafezinho 116 – Os demônios brochadores
Cafezinho 116 – Os demônios brochadores
O que vem por aí? Uma mudança ou nova brochada?

Ver mais

Cafezinho 115 – Um voto não vale uma amizade
Cafezinho 115 – Um voto não vale uma amizade
Não gaste sua energia e seu tempo precioso de vida ...

Ver mais

Cafezinho 114 – E se?
Cafezinho 114 – E se?
Mudanças só acontecem quando a crise que sofremos for ...

Ver mais

Cafezinho 113 – Merdades e Ventiras
Cafezinho 113 – Merdades e Ventiras
Conte até dez antes de compartilhar uma merdade

Ver mais

Novos Marielitos

Novos Marielitos

Fernando Lopes - Iscas Politicrônicas -

Em 1980 o presidente dos EUA era Jimmy Carter. Boa pessoa, patriota, inteligente, mas um tremendo Zé-ruela quando o assunto era Cuba. Homem da esquerda americana, acreditava ser o ditador Fidel Castro digno de algum crédito. Aprendeu o contrário da pior forma possível.

Pra variar, já naquela época o oprimido povo cubano fugia (ou tentava) da ilha lançando-se ao mar sobre toscas boias ou barquinhos feitos à mão, enfrentando tubarões, tempestades e a mafiosa marinha cubana, que fuzilava os fugitivos, considerados traidores ou “desertores”. Com um pouco de sorte, se recapturados, seriam apenas torturados em calabouços imundos por alguns anos. Arriscavam a vida para sair do inferno cubano. Como se vê, nada mudou durante todas essas décadas na fazenda-ilha-presídio caribenha.

Pois bem: Carter, cheio de dozinha, pediu a Fidel que permitisse aos pobres fugitivos rumar com segurança para a Flórida. Alegou razões humanitárias e ofereceu abrigo aos pobres-coitados. Foi aí que o doce desandou.

Só sai da ilha-inferno quem o governo quer, e não era diferente à época. Portanto, Fidel prendeu os dissidentes candidatos às vagas de refugiados, enviando para lá, em botes superlotados, quase todos os criminosos comuns de Cuba. Assim, em vez de receber refugiados, asilados políticos, os americanos bobões acabaram acolhendo uma horda de estupradores, assassinos, ladrões, traficantes, psicopatas perigosos, ávidos para agir num novo e riquíssimo campo de “trabalho”. Dos 125.000 cubanos componentes da decrépita frota que chegou às praias de Miami, não se sabe ao certo quantos eram bandidos. Mas eram milhares, e aterrorizaram (aterrorizam?) a região. Uma mancha na história da Flórida, ou mesmo do país todo.

Essa gente ficou conhecida como Los Marielitos, porque deixaram Cuba pelo porto de Mariel, de triste lembrança aos brasileiros. Foi para lá que Dilma I, o poste de mandioca, mandou em 2013 um bilhão de dólares do BNDES a fundo perdido, para reestruturação de todo o porto. Nunca mais veremos um centavo desse dinheiro.

Resumo da fatura: Carter dançou porque, ingênuo, foi enganado por Fidel. Nós, otários irremediáveis, demos o dinheiro por livre e espontânea vontade, sob ordem de Lula, obedecendo pedido de Chávez, então ditador venezuelano. Os americanos aprenderam. Nós não, e passamos recibo de idiotas novamente – para a Venezuela. Foi assim:

Nosso episódio de “Marielitos” é pior que o dos americanos. A ditadura venezuelana conseguiu que déssemos (sim, dar, sem nenhuma contrapartida) 1 bilhão de doletas para os cubentos, fora outros bilhões para os próprios, também sem qualquer garantia. Financiamos o metrô de Caracas a fundo perdido, e recheamos os bolsos de toda a casta comandante daquela tirania imunda. Nesta semana levamos mais um cano: Nicolás Maduro avisou que, simplesmente, não vamos receber nadinha do “empréstimo”. Tomamos o primeiro cano há poucos dias; uma parcela de outro bilhão (este de reais) do qual o narcoditador psicopata não vai pagar nem um puto.

De quebra, para não ter de manter uma população faminta, sem remédios, desempregada e sem a menor assistência estatal, empurrou aproximadamente (até agora) 70 mil venezuelanos miseráveis para dentro da fronteira brasileira, cabendo a nós alimentar, vestir, abrigar e medicar essas vítimas, refugiadas de um sistema comunista assassino associado ao narcotráfico internacional. É um êxodo provavelmente único na América do Sul, em razão de sua natureza. Uma tragédia humanitária que nossa esquerda gritona simplesmente ignora. Não há “direitos humanos” para esses coitados? Claro que não; são apenas bobos que não compreendem direito o incrível sucesso do governo Maduro. Como diria o genial Roberto Campos em Lanterna na Popa, não é um fracasso; é apenas um sucesso mal explicado.

O ser humano foge de tragédias genocidas, em instintiva autopreservação, desde tempos imemoriáveis. É o que ocorre em nossa fronteira norte, e estamos pagando a fatura duas vezes sem receber nada, tudo por causa daquela ditadura imunda, cujas botas eram lambidas por Lula, Dilma e sua gente. Botas, pra não dizer outra coisa.

Quando é que vamos aprender? Nunca?

Ver Todos os artigos de Fernando Lopes