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637 – LíderCast 10

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Luciano Pires -

Olha só, chegamos na décima temporada do LíderCast. Com isso, já são quase 140 episódios tratando de liderança e empreendedorismo com gente que faz acontecer. No programa de hoje eu apresento o elenco, cara!

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

E quem vai levar o e-book Me engana que eu gosto é o Sérgio Rangel, você sabe de onde, hein? Da Rocinha!

“Bom dia, boa tarde, boa noite. Meu nome é Sérgio Rangel, tenho 34 anos, sou do Rio de Janeiro. 

Luciano: parabéns pela sua iniciativa. Acabei de ouvir aqui sua postagem aqui onde você revela seu voto. Achei de muita coragem, muita firmeza, você fala com muita clareza o que você entende, o que você pensa a respeito. A gente sabe que o voto de cada um é particular e você… né… com a sua generosidade falou o que você pensa, falou seu ponto de vista e eu acredito que não tenha sido por demagogia, pra conseguir algo de ninguém, é o seu modo de pensar, é o seu modo de agir, você é assim, então é isso que me faz admirar você, cada dia, na sua trajetória. 

Eu, que passei a seguir seu trabalho há pouco tempo, não tem tanto tempo assim, tem  alguns meses, né? Isso ai. O Cafezinho passou a ser meu companheiro do dia a dia. Eu, que faço um trajeto da faculdade até minha casa ou da minha casa até a faculdade, então é o que eu ouço bastante. E concordo muito com o que você falou eu que até agora não tem um candidato  já definido, né? Até porque não confio neles, nesses candidatos que estão aí. 

Sou trabalhador, trabalho no comércio e entendo que a gente, nesse momento, está passando um período aí muito complicado, até assim, estamos perdendo direitos, né? A gente que é da classe trabalhadora que move o país, que sustenta isso tudo…. eu, particularmente, eu me sinto assim um pouco mais confortável com a esquerda, porque,  falsamente, eles visam olhar mais pela classe trabalhadora, mas eu sei que, na verdade, não é assim que funciona, tá?

Por outro lado, eu acho a direita muito radical, visa muito a economia, melhorar a economia e por outro lado, esquece um pouco a classe trabalhadora. Mas, eu concordo com o que você falou. Eu gostei muito do que você disse a respeito dos candidatos, falando um pouquinho, eu sei que, lógico, não dá pra se aprofundar muito, né? Até por causa de outras questões, você se limitou ali a fazer um resumo de cada um, mas falou bem. Nesse pouco tempo que você falou de cada um  você colocou bem a ideia, realmente, como que é de fato e gostei muito do que você falou a favor do Bolsonaro.

Eu, particularmente, eu me simpatizo com ele, eu gosto muito dele, já acompanho o trabalho dele há muito tempo, através das mídias sociais, sei o quanto ele é polêmico. Entendo que, realmente, de fato,ele não está preparado pra governar o país, mas por outro lado, eu também entendo que se faz necessário alguém como ele, que pelo menos vá colocar o caminho, vá colocar o Brasil no caminho, vai  começar a trilhar um caminho diferente, a limpar o terreno, igual a você mesmo já falou na sua postagem. 

Aí, vamos aguardar aí o que vai acontecer. Acredito que ele deva levar logo no primeiro turno, até  porque a popularidade dele tá em  alta. Hoje vai acontecer o debate na Globo e acredito que ele não deva comparecer até porque ele tem aí a seu favor aí o atestado, né? E também acho que não há nem necessidade dele ir.  Porque sabe, quem está liderando as pesquisas, geralmente tende a apanhar mais. Pra ele não será novidade, mas ele acaba levando, mesmo eu não sabendo ainda quem será meu candidato, não sei ainda meu voto, mas acredito que ele irá ganhar essas eleições e irá começar a colocar o Brasil aí no caminho bacana, vai começar aí a mudar a história, né? Vamos rezar pra que dê certo.

Obrigado aí pela sua postagem, obrigada pelo seu trabalho. Cara! Sou seu fã. Não tô aqui puxando sardinha pro seu lado,  puxando seu saco. Muito, muito obrigado. Você fez aí minha cabeça, meus pensamentos ferverem, entendeu? Com essas suas postagens eu começo… eu penso bastante agora a respeito, antes de tomar qualquer partido por alguém ou alguma coisa eu realmente me aprofundo mais do que vou discutir ou se  eu não sei de um assunto eu nem nem nem entro pra discussão porque eu acho que não favorece nada, não acrescenta nada. Eu acho que o intuito é esse.  Muito obrigado mesmo tá, Luciano? Um abraço, amigo”.

Grande Sérgio. Olha! Que fascinante acompanhar os caminhos das pessoas até chegar no Café Brasil. Mais fascinante ainda é saber dessa sua gana em quebrar paradigmas pela educação. Sérgio, você é um daqueles brasileiros dos quais eu me orgulho, viu? E tê-lo como ouvinte é uma honra.

Muito obrigado.

Muito bem. O Sérgio receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos. A jiripoca vai piar na Rocinha, cara!

Você já sabe que grande parte dos resultados da DKT é revertida para ações sociais de combate às doenças sexualmente transmissíveis e ao controle da natalidade. Quer ajudar? Faz assim, ó: cada vez que você comprar um produto PRUDENCE, bata uma foto do produto que você comprou e mande para o nosso Whatsapp 11 96429 4746 A gente vai mandar essa foto pra DKT e eles vão mandar para uma entidade com a qual eles tem conteúdo, eles fazem ações de promoção dessas ações que eles fazem sociais e eles vão mandar um produto igual a esse que você comprou. Sacou?Cada vez que você comprar um produto Prudence, estará contribuindo para salvar mais vidas. facebook.com/dktbrasil

Lalá! Vamos lá então!

Luciano – Na hora do amor, quando você assume a liderança, rola o quê?

Lalá – Rola Prudence, várias vezes!

Luciano – hummmm fodão….

Hora do Café Brasil Premium, a nossa “Netflix do Conhecimento”,  aquele lugar que a gente criou pra você aí que adora ouvir o Café Brasil e pensa em conseguir um pouquinho a mais. Lá tem muito mais. Eu criei um lugar onde o conhecimento é distribuído de uma forma assim, meio que caótica, cara! A gente fala de tudo um pouco pra promover o crescimento pessoal e profissional. Acesse bit.ly/CafeDeGraca e você poderá experimentar o Premium por um mês, sem pagar.

De novo: bit.ly/CafeDeGraca

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Conteúdo extra-forte.

Vamos lá então, hein? Olha, quando comecei o LíderCast  lá em 2015 eu sabia muito bem o que queria, mas eu tinha uma preocupação… Será que eu encontraria gente interessante com quem conversar? Sem ser esses medalhões que não saem da mídia? Pois é… eu não tinha esquema, não tinha estrutura, não tinha nada. Bom. Olha só: chegando agora no episódio 140 eu concluo que tem gente por aí à vontade, viu bicho? Cada um com sua história, cada um fazendo acontecer à sua maneira, cada um ajudando a construir o país que a gente quer ter. É impressionante como este país ainda não deu certo, cara!

Na temporada 10 você conhecerá mais uma leva de gente como a gente que está causando impacto por onde passa. Vamos então ao elenco?

No programa 126, eu trago Alexis Fonteyne – Empresário criativo e agora candidato a Deputado Federal pelo partido Novo. Candidato nada. Ele foi eleito cara! Deputado Federal, pelo partido Novo. Um inconformado com o manicômio tributário brasileiro e disposto a botar pra quebrar, cara. Sai da frente dele, meu.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Essa do chefe então é a pior de todas. Eu tenho um vídeo que eu falo assim: você acha que não vai ter chefe? Pois eu tenho uma péssima notícia para você: porque o teu chefe é o cliente. O teu patrão é o cliente. Quem acha que o patrão é o cara que dá ordem, ele não tem noção do que está fazendo na construção daquela catedral, tá certo? Patrão é cliente, cara. Ele que te despede, ele que decide comprar de outro ou não. Então, umas bobagens que o pessoal… e tem uma diferença. Eu falo que tem o administrador, tem o empreendedor e tem o aventureiro. Esse que você acabou de descrever é o aventureiro. Ele tem essa ilusão. Empreendedor rala muito. E muito mesmo. Alguns vão chegar bem lá, né? Fruto do trabalho deles. A maioria, no Brasil… transferiu riqueza para outros. Porque eles vão estar bem quebradinhos. Que aqui é bom de quebrar a empresa. Aqui é bom.

No programa 127 vem o Lito Rodrigues – Empreendedor, criador da DryWash, outro daqueles inconformados que, a partir de uma visão inovadora, cria um negócio do zero.

Vamos fazer um exercício de futurologia. Estamos em 2020, 2022. E por alguma razão outra, saiu na mídia que eu vendi a companhia. O que vai acontecer em 2022? Você vai falar: que sorte esse cara. Começou ontem e já vendeu a empresa e ficou milionário. Isso é o que eu mais ouço. E por que eu estou dizendo isso? Porque eu, todo dia, converso com pessoas que iniciaram um negócio há três anos e dizem que não aguentam mais porque não ficaram milionários. Luciano, você que conhece tanta gente, conversa com tanta gente. Eu acho que se eu te perguntar aqui, se você conversou nesses teus… milhares de pessoas, com certeza, você já deve ter entrevistado e palestrou para… centenas de milhares, talvez, esse tempo todo. Você acha que nesse meio tem cinco pessoas que conquistaram algo importante – e não de dinheiro, mas de valor – em três anos?

No programa 128 temos Leide Jacob – Empreendedora cultural e agora cineasta, que transformou uma adversidade pessoal numa usina de ideias que hoje impacta muita gente.

Leide: Pesquisando na internet, eu encontrei uma tabela visual proposta por um médico, doutor Carlos Arce, de Campinas, um oftalmologista excepcional. Onde ele propunha o uso dessa tabela para pacientes de esclerose lateral amiotrófica. Porque essa tabela seria com o movimento ocular. Então é uma tabela composta de colunas e linhas. Onde dentro dessas colunas e linhas estaria o alfabeto. Então coluna: 1, 2, 3. E ela mexe o globo ocular e a gente confirma. Está na coluna 3 a letra que você quer dizer? Sim. Linha: 1, 2, 3, 4. É o P? Ah, então ela olha para o sim. Então, depois do P tem vogal? Aí tem vogal. Então: a…

Luciano: Pelo movimento do olho dela?

Leide: Pelo movimento ocular. E aí quando eu apresentei essa tabela para a minha mãe, eu falei: mãe, olha, eu achei essa tabela e tal. O que você acha? Vamos fazer um teste? Aí vamos lá então, já, coluna: 1. 2. 3. E a gente foi nesse processo. Aí ela falou. Linha…

Luciano: Falou não, ela deu… ela interpretou. Você conseguiu um código Morse. Pelo movimento do olho dela…

Leide: Pelo movimento ocular.

Luciano: Você conseguiu, você ia escrevendo a letra que ela queria.

Leide: Ela foi falando e eu já fui escrevendo. Aí ela falou: minha vida vai se esvaindo. Não sei se vou chorando ou sorrindo. Sorrindo, pondo fim a uma agonia que não aguento mais. Chorando, por deixar para trás, pessoas que amo demais. Aí assim, eu engoli a seco, primeiro. E falei: mãe, isso é uma poesia.

No programa- 129 temos Guga Weigert – DJ e empreendedor, que a partir da experiência com a música, decide construir uma casa de shows de seus sonhos. No Rio de Janeiro cara, em plenos anos de crise!

Cada caso tem as suas particularidades. Mas assim, o meu olhar de pista de dança, ele exige algumas coisas. Por exemplo, palco. Hoje em dia, onde eu toco, eu sempre peço um palco, não porque eu quero estar no palco. Mas quando eu tenho um cliente que sobe no palco, essa troca de energia de níveis diferentes faz uma diferença muito grande, entendeu? Eu acho que as pessoas se aproximam a festa toda. Vem para cima do palco, entendeu? Outra coisa, tamanho de pista. Eu falo que o tamanho é o seguinte: são quatro pessoas por metro quadrado, para que uma pista de dança fique quente, com calor humano e tudo mais. Só que essa métrica é em cima de um quadrado desenhado. Se você tiver muita área sobrando, naturalmente vai perder um pouco dessa energia. O bar tem que estar perto da pista. Porque essa coisa de você deslocar as pessoas para um outro ambiente, você perde também. O cara tem que ir, aí no caminho: agora eu vou no banheiro. Você vai perdendo um pouco do público. Outra coisa: jantar. Se as pessoas estão numa festa, se elas podem comer antes de dançar, a melhor coisa do mundo. Não tem porque não ser assim. Mas eu entendo que têm particularidades que vão interferir na operação do evento. Que eu também não conheço o mundo de buffets como o operador conhece. Então, a gente dá as dicas. Para chegar no meu caso: eu prefiro sempre estar a par dos projetos para não deixar chegar na hora e ser surpreendido, entendeu? Normalmente dá certo.

No programa 130 temos Katia Carvalho – Mudadora de vidas, alguém que em vez de apenas lamentar a falta de sorte de seus semelhantes, arregaça as mangas e começa a mudar as vidas das crianças em sua comunidade.

Eu sempre tive o plano: ah um dia eu voou ficar rica, voou casar com um homem rico, vou ganhar na loto, aí eu abro alguma coisa. Aí você fala: não dá pra esperar. Como assim, né? Essa menina não vai esperar 20 anos você ficar rica. Você não vai ficar rica, né? Aí eu sei que eles foram embora, eu fiquei olhando,aí eu interfonei pro porteiro do prédio. Aí, perguntei se ele já tinha visto e ele falou: não. Esses carroceiros, eles tem o mesmo roteiro. Então eles tem os dias da semana, eles mexem, eles abrem o saco, eles pegam o material reciclável, levam pra vender e voltam pra casa. Aí eu pedi pra ele: a próxima vez que essa… e ele conhecia esse casal, já tinha visto várias vezes. Quando passar, me interfona. Aí, alguns dias depois eles passaram e eu desci. Ela estava grávida, eu acho. Aí eu desci pra conversar com o casal. Eles acharam meio estranho assim. Essas pessoas, eles são invisíveis. Igual às nossas… eles são invisíveis. Você doa no Natal, faz uma doação mas assim, beleza. Mas a criança está lá. Se você não encaminhar ela, o ano que vem você vai ter que doar de novo. 

No programa  131 temos um convidado cujo nome é impossível de ser dito, cara. É o Henrique Szklo e Lena Feil – Henrique se apresenta como CSO – Chief Subversion Officer e Lena como CoolHunter. Ambos se preparam para ganhar o mundo e nos provocar com sua Escola Nômade Para Mentes Criativas.

Henrique – Tem uma história que eu gosto muito, talvez  você conheça e eu usei de desculpa. A gente viu um… tem um tipo de barco lá, que eu não lembro … barco de um pau só, que é uma árvore que eles escavam e vira um barco.

Luciano – É uma piroga.

Henrique – É uma piroga. E aí eu vi aquilo e lembrei de uma  história. Então usei a foto dali e trouxe pra história que eu conhecia que era: uma vez perguntaram pra um artesão que fazia esses barcos e perguntaram pra ele: qual o segredo? O que você faz? Como é que você chega? Ah! eu pego um pedaço de madeira e tiro tudo que não é barco. 

Lena – É esse o nosso trabalho, não é? Não é contar a história do barco, do pescador, sabe? É associar alguma coisa…

Henrique – … uma coisa interessante. É Shakespeare em klingon. Você sabia que existe Shakespeare em klingon?

Luciano – Eu sei que tem o dicionário klingon, eu costumo usar. 

Henrique – Você usa?

Luciano – Eu uso… eu uso.

No programa 132 temos Alessandro Loiola – Médico, escritor, um intelectual inquieto, capaz de teorizar sobre os mais diversos temas, sempre com uma visão alternativa às modinhas que encontramos por aí.

Alessandro – Andei dois mil trezentos e tantos quilômetros, dois mil e quatrocentos e não aconteceu nada, Luciano. Nada.  Na véspera de eu ira fazer a trilha no Jalapão, eu ia deixar a moto na pousada, ia pegar uma vã e fazer umas trilhas no Jalapão. Na véspera disso eu, conversando com um cara do hotel, o cara me deu uma dica de umas cachoeiras que tinha ali por perto. E eu tinha até feito amizade com alguns motociclistas no caminho que estavam em Palmas também e a gente marcou de fazer um passeio. Liguei pros caras e falei: pô, me falaram de umas cachoeiras aqui perto. Vamos? Vamos. Só que os caras tinham essas motos de velocidade e tomaram a dianteira e sumiram na estrada. Eu tô lá a uns 60 por hora, de boa, peguei um cascalhinho na sa[ida de uma curva, a moto derrapou prum lado, tentei botar ela de volta, não consegui, o pneu da frente foi tuff no guardrail. Não sei se você já viu, mas borracha com metal para na hora, né? 

Luciano – E o cara que tá em cima não para.

Alessandro – É isso. Newton, né? Aí são as leis de Newton. Um corpo que está em movimento tem que psermanecer em movimento até que o asfalto pare. 

No programa 133 temos Dennis Campos e Claudio Alves – Empreendedores que criam no grande ABC uma agência de comunicação, saindo do zero aliás, abaixo de zero cara e experimentando os obstáculos de todos empreendedores brasileiros.

Os empreendedores master fechamos dois clientes, fomos lá contratamos dois estagiários. Então, ou seja, já… o negócio vai crescer, porque tá indo pro caminho, é agora e a gente coloca…. tem todo um plano na cabeça eessa hora…

Luciano – antes de ganhar vocês assumiram o risco de investir na empresa pra crescer mais. 

Tinha três pessoas pra receber da empresa, que éramos os três sócios, mais aluguel, mais internet, mais tudo e a gente foi lá e já contratou dois estagiários. Ou seja, cabeçada que todo mundo que está empreendendo e não  tem conhecimento vai dar. Aí o que que aconteceu. A gente começou a tomar….montamos uma carteira de clientes com a parte digital que a gente vinha fazendo. Porém, todo conhecimento técnico ficava com esse nosso sócio. É amigo nosso hoje, a gente bate muito papo com ele. Só que aí, no final de 2013, ele… a gente não tinha uma retirada assim… ah! vamos retirar assim cinco paus por mês. Não dava, porque a empresa não faturava pra ter isso e ele tinha uma filha, separado da mulher e ele precisava ir atrás de grana. Ele chegou um belo dia lá e falou pra gente: ó tô saindo da empresa. 

Não. Antes disso ele começou a sumir. Então assim. Ele tinha uns surtos lá, discutia com a mulher e tal e aí ela falava: vou tomar a filha de você, que não sei o que, tal. E ele sumia, ele perdia o rumo, desligava o telefone, não parava em casa e só ele tinha o conhecimento. 

E os nossos clientes esperando os resultados que estava na mão dele. 

No programa 134, Diego Porto Perez – O elétrico Secretário de Esportes do Governo de Pernambuco, um jornalista que dá uma guinada na carreira, no auge do sucesso, ele muda tudo, muda de lado e hoje está impactando na comunidade pernambucana.

Liguei e disse: chefe. Estou precisando de uma reunião com urgência. Não, porque a gente está numa reunião…não importa, vou esperar. Estou indo aí pra emissora agora. Eu estava jogando futevôlei, ia jogar futevôlei tive que ir em casa pra voltar pra lá. Cheguei, todo mundo já com cara de assustado, eu não o que que era, juntei toda a tropa, primeiro comuniquei aos diretores, depois comuniquei a equipe. Eu disse: ó, eu recebi hoje o convite, hoje, quase agora, o convite. É um desafio muito grande, peço desculpas a vocês, não é por dinheiro, é por desafio, é por crescimento numa outra área e por aprender também uma outra área mas, principalmente pra ajudar alguém. Ajudar com mais amplitude, com mais alcance mais gente. E eles não esperavam também, ficaram arrasados, eu tive que jogar o meu coração no lixo nesse momento, você também não pode ser só isso. Quebrei uma ponte mesmo ali, deixei… fui bem  frio…

No programa 135 temos Thalis Antunes – Gestor de Conteúdo da Campus Party, que tinha tudo para ser um nerd mas voou alto e hoje coordena o conteúdo do principal acontecimento tecnológico realizado no Brasil.

Nunca tinha vindo na Campus Party, sabia o que tinha na TV e a[i na hora que ele me convidou, falei que eu não queria vim, que eu não queria vim nesse evento que as pessoas vão só pra ficar jogando o dia inteiro e que eu tinha mais o que fazer. Eu dei essa resposta pra ele, ele ficou puto da vida e falou: cara! Você não conhece, como você está falando isso e tal, vem, não sei o que… Eu falei tá. Eu vou. Vou te dar esse voto de confiança e desde então eu não faltei a mais nenhuma Campus Party. Então assim, eu vim participei do Hackathon, nunca tinha participado de um Hackathon ainda, ganhei,né? Eu participei de dois durante a edição, nós ganhamos os dois, a equipe que eu montei.

No programa 136 é a vez de Paulo Farnese – Empreendedor, fundador da agência EAí?, envolvido com campanhas de incentivo, engajamento e relacionamento, promoção e eventos. Um cara que tá à frente que fala do livemarketing.

Me chamaram pro almoço. E as duas sócias me chamaram pra esse almoço mas assim, nem imaginava que pudesse ser isso. Achei que a gente ia conversar da agência, do que estava acontecendo. E aí, quando chegou lá, elas comentaram pra mim: você tem uma postura muito rara de se encontrar no mercado. Você age como se a agência fosse sua mesmo sem ela ser. Nas pequenas atitudes, nas grandes atitudes, você cuida de tudo como se fosse seu… então, a gente não pode perder você. Então, você não tem mais pra onde ir aqui, a não ser se tornar parte disso. Era uma agência que já tinha 15 anos na época. Elas falaram, comentaram comigo: cada  uma de nós vai te dar uma parte do percentual que é nosso, pra você poder entrar no quadro societário com a gente. Fiquei assim sem saber….sabe quando você não entende muito o que está acontecendo? Como assim? Mas achei do caralho, porque eu estava lá há oito anos, imagina. Entrei como estagiário, virei sócio… foi tudo muito rápido comigo lá. E até me questionava, falava: será que eu não deveria ir… porque meu primeiro e único emprego. Então, tudo que eu vivi de experiência no mercado corporativo foi lá. Então, será que realmente eu era bom sem ser lá ou só era bom lá? Você começa a fazer alguns questionamentos, né? Internos. 

N0 programa  137 temos Pedro Pandolpho – Empreendedor, sócio da Pronto Light, outro típico empreendedor brasileiro que, junto com dois sócios, arregaça as mangas e cria um negócio a partir de uma ideia original

Pedro – … sei lá. Com seis meses, um ano de negócio cara… você fala assim: caramba, olha o que eu aprendi do geral, porque você nesse meio tempo fala com o advogado pra constituir a empresa, você foi falar com o cara do marketing que foi desenvolver o novo logo pra empresa, qual que seria, então o slogan, a nova identidade visual, ao mesmo tempo você estava desenvolvendo fornecedor que ia te vender a batata e o frango, como é que era o negócio, o moto que ia fazer a sua logística, a negociação com o cara que você alugou, fez o aluguel, o pedreiro que fez a obra… quer dizer…

Luciano – … aí você vai bater um papo com o teu contador e você descobre que tem um mundo de…

Pedro – …vamos pular essa parte. 

Luciano – …e se você não prestar atenção naquilo, você quebra, cara! 

Pedro – Isso pra mim é o mais legal…

No programa 138 temos Ricardo Abiz – Empreendedor também, um pioneiro em diversas áreas de atuação, especialmente no segmento da TV a cabo, agora empenhado em trazer para o Brasil o microlearning.

Meu avô, pai do meu pai, na época da legalidade, aquela coisa de maragato, meu avô era  muito amigo do Flores da Cunha, todos conhece, né? E tinha aquelas rixas de família, aquela coisa bem de filme, mesmo. E foram, o governo central mandou desarmar as pessoas no Rio Grande do Sul. E foram desarmar e o meu avô foi, numa rixa de família, por causa da minha avó, foram desarmar o meu avô disse: só me desarma se eu tiver morto E aí o sujeito avançou e o meu avô pum, matou o cara. Matou o cara na hora e foi refugiado político. Foi mandado pelo Flores da Cunha pro Uruguai, depois teve que fugir pra Argentina, porque mandaram matar ele no Uruguai, depois fugiu pra Argentina, da Argentina fugiu pro Paraguai e ficou na região de Missiones, divisa da Argentina com o Paraguai. E lá viveu a vida inteira, morreu, meu pai com 13 anos fugiu de lá… enfim, ele brigava muito com o meu avô. E ficou um mês viajando pelo mato, dormindo em árvore, onça. Ele conta isso no livro dele.

No programa 139, encerrando a temporada 10, temos Nívio Delgado – Ele começou na Fundacred há 21 anos e era o carinha do Xerox e hoje é Diretor Superintendente da maior fundação sem fins lucrativos de crédito educacional para diferentes níveis e modalidades de ensino no Brasil.

Sabe que essa questão de focar nas pessoas, né? Na minha área de serviço, que é uma área de serviço, propriamente dito.  A gente trabalha com uma ficção jurídica que é um contrato de crédito educacional. Ele, por si só, ele não diz nada. Ele só vai ter algum tipo de valor se responder a um anseio, a uma necessidade, uma pergunta de uma pessoa que quer estudar, ou seja, se de fato ela vai precisar daquilo, como ela vai precisar e o quão bem eu osso atender ela pra que ela solucione um problema dela e por outro lado, só vai fazer sentido, só vai ter valor se eu, de fato, conseguir atender a necessidade da instituição de ensino, porque a gente fecha um… a Fundacred é um elo entre o estudante e a instituição de ensino. Eu acho que, por muito tempo e talvez por isso a gente tenha crescido muito nesses últimos quatro anos, o que eu me  preocupei em fazer foi de fato entender qual era a necessidade e de fato trabalhar o que a gente fazia de melhor. Dar visibilidade pra isso, naturalmente, tanto para o estudante quanto pra instituição de ensino mas, saber se de fato, pra instituição de ensino o que servia, o que nos era muito caro, digamos assim, o que a gente se achava que era bom, tinha algum valor  pra instituição e se aquele valor de fato era o valor fundamental pra ela.

Ufa! Quanto conteúdo, cara! Divirta-se então com mais uma temporada do LíderCast, lembrando que os assinantes da Confraria Café Brasil e do Café Brasil Premium recebem a  temporada inteirinha de uma vez só. Assim , podem escolher quem querem ouvir primeiro. Os não assinantes vão receber um por semana. Tem que esperar!

É assim, ao som do tema do Lídercast, que vamos saindo curiosos!

Com o curioso Lalá Moreira na técnica, a curiosa Ciça Camargo na produção e eu, o curiosíssimo Luciano Pires na direção e apresentação.

Este é o Café Brasil. De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br.

Gostou do conteúdo do Café Brasil? Já pensou ele ao vivo em sua empresa, cara? Então acesse lucianopires.com.br e conheça minhas palestras. Quem assiste cara, não esquece!

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Pra terminar, uma frase do ex-jogador e técnico de futebol americano Tony Dungy:

Sem desculpas. Sem explicações. Você não vence pela emoção. Vence pela execução.