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Luciano Pires -

Ai, ai, ai ai! Tem água infiltrando? Pintura manchando? Mofo voltando? Fungo pegando? Cara,  a umidade não perdoa, viu? E com ela não vem só problemas estéticos. Vem também várias doenças respiratórias. Se você tá brigando com a umidade, saiba que a maioria dos problemas são fáceis de resolver com a ajuda da SIKA – Líder Mundial de Impermeabilizantes.  Acesse o @sika_brasil no Instagram e coloque lá suas dúvidas! Ou simplesmente, diga que conheceu a SIKA através do Café Brasil!

SIKA – S.I.K.A. – @sika_brasil

Chegou a Temporada 13 do LíderCast, o podcast que fala de liderança e empreendedorismo de um jeito muito especial, conversando livremente com gente como a gente, que está fazendo acontecer. Hoje eu apresento o elenco.

Bom dia, boa tarde, boa noite. Você está no Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Posso entrar?

Vamos lá então aos programas da temporada 13 do LíderCast,

No programa 168 eu trago Pedro Hipólito – CEO da Five Thousand Miles, empresa portuguesa que se especializou em facilitar o desenvolvimento de negócios internacionais. Um cara globalizado, uma conversa muito nutritiva.

Pedro – Em Portugal há pouca pobreza. A segurança é total. Eu posso colocar um relógio de vinte mil euros no pulso, sair de casa às duas da manhã e passear e não vai acontecer nada. Garantido, não vai, não vai acontecer, não é? E se acontecer, dá um tabefe no cara e ele vai embora, não vai dar um pio. Portanto, para a classe média é um bom país. é um país que oferece qualidade de vida para a classe média. Quem quer segurança, quem quer empregos bem pagos, não é milionários, mas bem pagos, quem quer hospitais que funcionam, boas escolas, isso é em Portugal. Isso é em Portugal. É muito boa a qualidade de vida.

Luciano – Quer dizer: o segredo é encontrar onde é que está esse equilíbrio.

Pedro – depende do objetivo de cada um. Minha visão é essa. Depende do objetivo de cada um. Se está a jogar para a classe média, tem um ótimo veículo em Portugal. Está a jogar para ser o próximo Bill Gates? Não é ali. E portanto, as coisas tem sempre dois lados.

No programa 169, temos Marília Guimarães e Eduardo, a dupla do canal Entendendo o iPhone que, diretamente de Aracaju, já soma quatro certificações Apple e tornaram-se especialistas em dispositivos IOS. A Marília tem um jeitinho todo próprio e bem-humorado de ensinar a gente as manhas dos iPhones.

Marília – É muito bom. Muito bom no sentido de que você vê que tem… que você está atingindo outras pessoas. E que por algo, que é tão simples pra mim, outras pessoas: Marília, você me ajudou. Como assim eu ajudei? E a pessoa pega e compartilha. 

Luciano – É aquela sensação do curso para essa pessoa, multiplicada por duzentos mil.

Marília – Você multiplica. Então é uma sensação muito, muito, muito boa. Porque você sabe que está podendo ajudar outras pessoas. Outras pessoas estão ficando alegres: ah! Me disseram que eu não ia poder fazer isso. Mas você pode fazer. Ah! Me disseram que isso daqui era só dessa forma. Não é dessa forma. Você também pode fazer dessa forma aqui. Então, isso é muito bom, quando a sua voz, de alguma forma, você pode …

Luciano – …impactando na vida das pessoas

Marília – … isso. 

No programa 170, temos Rodrigo Galvão – que aos 35 anos assumiu a posição de CEO da Oracle Brasil e conduz a empresa para um modelo start up com uma visão muito especial sobre gestão de recursos humanos.

Rodrigo – A sociedade tenta colocar a gente sempre dentro de padrões. Como se todo mundo, pra ser feliz, tivesse que seguir os mesmos passos. Então, eu sou uma prova viva de que, na realidade, você pode ter crescimento  dentro de uma única empresa, assim como não julgo nem, de alguma forma, critico, acho estranho, outros executivos que fizeram carreira diferente da minha indo de uma empresa para outra, assim como eu acho que uma pessoa pode ser muito feliz fazendo aquilo que ela bem queira fazer. 

Então, não existe um único remédio para todas as doenças, eu acho que cada um tem, de verdade, que seguir aquilo que quer, aquilo que vem do peito, que vem do coração, que vem de dentro pra fora. Eu tive a sorte de me identificar muito com uma empresa, que foi a primeira empresa …. mas, poderia não ter me identificado. E não seria nada anormal, muito pelo contrário.

O que a gente tem hoje que ter … em direção à sua pergunta. Umas das coisas que eu aprendi é que no esporte a gente tem que ganhar cada jogo pra chegar na final. Então, obviamente, você pode ter o objetivo de chegar a ser campeão,  mas se você não ganhar o primeiro, o segundo, o terceiro jogo, passar da fase do grupo pra ganhar… você não vai conseguir chegar até lá. 

No LíderCast 171, temos Fabiana Salles, uma empreendedora que, a partir da criação de um aparelho de eletrocardiograma à distância vai “pivotando” seus negócios até tornar-se co-fundadora e CEO da GESTO, empresa do segmento de consultoria de benefícios que atua com corretagem de seguro saúde baseada em ciência de dados.

Fabiana – Eu sabia que a hora que eu terminasse, que eu conseguisse terminar, a hora que eu terminasse, já ia ter gente fazendo no mercado, ou não. Mas não podia ficar aquele tempo todo ai, vivendo de… tentando viver de bolsa, eu precisava de mais velocidade. E aí…

Luciano – Aí você abriu mão. Pegou quinhentos mil, devolveu e foi buscar dinheiro em outro lugar?

Fabiana – Devolvi e tive uma surpresa. Descobri um novo mercado. Bem: pra gente comprar o teu serviço, eu preciso saber… eu preciso justificar investimento, de ter um serviço de eletro aqui dentro. Pra isso, eu preciso saber quantas pessoas tem risco de adoecer do coração. Preciso saber quantas pessoas tem diabetes, quantas pessoas tem hipertensão, se existe o risco,qual o tamanho do risco. Eu investi em algum tipo de prevenção, pra justificar o investimento. Mas, eu não sei, eu não tenho números.

E aí, essa foi a grande sacada. Eu falei: voou parar com esse negócio de eletro, já que ele não está conseguindo e eu também não, vamos fazer mapeamento de risco pra esses médicos que não conhecem o risco. Porque, mapeamento de risco a gente faz com software. E hardware, tá muito difícil trabalhar.

No LíderCast 172 temos Paulo Vieira,  que está à frente da Next Academy, maior empresa de desenvolvimento de atletas da América Latina, que leva jovens brasileiros para times em todo o mundo.

Paulo – Bom. Aconselho que você dê uma olhada. Aí, quando eu abri, tinha uma proposta pra que eu pudesse ir pra uma universidade no Kansas, no estado do Kansas, com a bolsa de 70%. Ali eu disse que assim… eu não teria condições financeiras pra isso. Minha família não tinha um porte financeiro tão bom quanto eu precisaria.

E aí, eu me vi numa outra bifurcação, onde eu  tinha que decidir se eu ia ser só mais um que ia dizer: ah! Isso não é pra mim, é muito caro. E foi ali que eu tomei algumas… passei a ter um entendimento maior sobre algumas decisões que precisava tomar. E eu disse sim pra ele, sem ter o dinheiro, sem ter passaporte, quanto menos visto ou até outras documentações que eu precisava ter na época.

E ele: você tem certeza? Posso contar  com você? Pode. Pode contar comigo. quando que eu preciso estar aí? Isso era outubro de 2010. E ele: Paulo, dia 1º de agosto você precisa estar aqui.

No LíderCast 173 temos Henrique Prata, o homem que fundou o Hospital do Câncer de Barretos, hoje Hospital do Amor. Uma história de empreendedorismo, mas, acima de tudo, de fé e de amor ao próximo

Henrique – O repórter me ligou do Valor Econômico e falou: olha Henrique. acabaram de falar que os cinco primeiros ministros que já estão confirmados, você está confirmado na saúde. Eu falei: ninguém falou nada pra mim. Mas, se Deus permitir que eu ponha a mão nisso cara, você pode saber que eu viro isso do avesso. Eu regaço o que está aí. Não sobra pena sobre pena aqui em cima desse país, entendeu?

Porque eu seu tudo que está escondido debaixo das leis que trucidaram a medicina privada. Aí que sai depois a matéria, dois meses depois, que está tudo errado, nas páginas amarelas da Veja, que eu denunciei abertamente uma parte, eu denunciei uma parte do que eu sei das mordomias, das injustiças sociais que este país vive.

“Fala Luciano Pires. Tudo bem? Meu nome é Lana Dyzer, eu tenho 23 anos e eu sou ouvinte do Café Brasil há mais ou menos um ano agora.

Eu me considero uma ouvinte autocrítica de esquerda e eu vou explicar. Eu venho de uma família que sempre teve um certo envolvimento ativo na política, né? Pelo menos quanto à pesquisa, pra gente nunca desperdiçar um voto útil. E minha educação foi boa, não falando da escola, mas da minha educação em casa. Meu pai, José o nome dele, sempre me incentivou a questionar, sabe? Entender a razão das coisas e eventualmente escolher um lado, sem ser guiada por cabresto, né?

Bom. Foi me informando dessa maneira que eu me encontrei politicamente à esquerda, mais por causa dos direitos fundamentais do que qualquer outra coisa. Só que eu tenho essa filosofia pessoal que incomoda um pouco várias pessoas do meu círculo pessoal, que é basicamente: eu sempre estou disposta a ouvir o outro lado, salvo alguma exceções mais absurdas, né? Terraplanismo e etc. E eu acho que isso é extremamente necessário, sabe? Principalmente hoje em dia, onde está tudo tão polarizado. Então, eu faço questão de ter um link direto com pessoas que pensam de forma diferente de mim. Porque eu estive inserida em vários grupos, da própria militância de esquerda e eu percebi o quanto é fácil você passar a hostilizar outras pessoas, por não pensar da mesma forma que você. E eu não sou assim. E eu gostaria que as outras pessoas não fossem assim. Claro que, para algumas posições, não existe uma saída neutra, né? É necessário ser radical às vezes mas, radicalizar demais, acaba perdendo o efeito.

Então assim, eu queria deixar aqui registrado que eu faço questão de continuar sendo ouvinte do Café Brasil, que é o podcast que eu elegi como contraponto pra mim mesma. Porque depois que eu me envolvi mais com a podosfera, eu passei a vir de um lugar onde eu não aceito argumentos de achismo, eu não aceito argumentos falaciosos, eu não aceito zoeirinha descabida num assunto sério. E eu sei que aqui, eu não vou ter nada disso. Por sorte assim, eu sinto que eu, particularmente, me rodeei das pessoas certas.

E o que me fez chegar a essa conclusão, foi um post que eu fiz no meu Facebook essa semana. Foi sobre a PL de parto cesárea da Janaína Paschoal do PSL. Veja bem: eu, de esquerda, defendi a PL. Por vários motivos, né? Eu acho que não cabe aqui agora mas, principalmente, por respeitar o direito de escolha da parinte. No post tinha gente concordando, tinha gente discordando, mas gerou um debate bem legal, bastante saudável, com bastante respeito e bastante informação. Isso deixou meu coração quentinho, sabe? Não tem outra expressão melhor.

Enfim. Meus parabéns pelo trabalho, produção do Café Brasil, Luciano. Se algum dia eu não ouvir seu podcast, assuma que algo está errado, porque você é um dos apresentadores mais carismáticos que eu ouço. E pra quem acha que isso não faz diferença, putz. Errou. Continua firme aí no trabalho de despocotizar a sociedade brasileira, que a minha parte, se tudo der certo, eu estou fazendo também. Um forte abraço.”

Oi Lana, que delícia de comentário. É isso mesmo, viu?! Você não precisa me ouvir concordando, mas praticando isso que você tem como um valor: ouvir o outro lado. Não tenho mais nada a acrescentar a não ser dizer pra você: seja sempre bem-vinda!

Muito bem. A Lana receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos. Basta enviar o seu endereço para contato@lucianopires.com.br.

A DKT distribui as marcas Prudence, Sutra e Andalan, contemplando a maior linha de preservativos do mercado, além de outros produtos como anticonceptivos intrauterinos, géis lubrificantes, estimuladores, coletor menstrual descartável e lenços umedecidos. A causa da DKT é reverter grande parte de seus lucros para projetos nas regiões mais carentes do planeta para evitar a gravidez indesejada, infecções sexualmente transmissíveis e a AIDS. Ao comprar um produto Prudence, Sutra ou Andalan você está ajudando nessa missão!

facebook.com/dktbrasil.

Vamos lá então!

Luciano – Lalá, na hora do amor, quando você quer ser um líder, exercer a liderança, o que é que você diz?

Lalá – Ora, use Prudence.

No programa 174 temos Eduardo Albano, diretor de conteúdo da Ubook, plataforma que está revolucionando o consumo de áudio livros – e não só deles – no Brasil.

Eduardo – Então, a gente olhou o benchmarking de alguns players fora e conseguiu  trazer o modelo aqui pro Brasil. E aí, a outra coisa que a gente viu é que o brasileiro não era bancarizado e aí, a falta de bancarização, falta cartão de crédito e tudo, a gente viu: pô, mas ele coloca dinheiro no celular. Então o celular, além de ser um canal de mídia, o canal de consumo, ele é um meio de pagamento. E aí, a gente apostou nesse modelo e aí começou cobrando até por semana. Então hoje, no Ubook, você compra pagando por semana, compra usando pontos de programa de fidelização de monte, você paga no boleto, você para com cartão de crédito.

A gente conseguiu fazer um modelo que a gente facilitou o meio de pagamento e que qualquer tipo de meio de pagamento, você consegue fazer assinatura e fora do Brasil, não tem isso, então foi uma junção assim. A gente viu que estava dando certo lá fora e viu o que que o Brasil precisava pro negócio ter sucesso.

No programa 175 temos Marcelo Szuster, o cara do “Business Agility, que trata da capacidade das empresas de sobreviver em ambientes altamente instáveis e voláteis. Ele está à frente do podcast Os Agilistas. Olha! Que grande papo aqui sobre foco no cliente, atendimento, rapidez… que delicia!

Marcelo – Hoje só se fala em soft skills. Cada vez mais tem que ter soft skills. Que é verdade é que, não desprezando, hoje é muito mais fácil o cara aprender a parte técnica, pelo tanto que está sensível isso. É claro que sem um excelente técnico (inaudível). Mas, está muito acessível, né? Você tem milhões de informações. Então, o cara tem que treinar o soft skills mesmo. 

Agora: tem um negócio interessante, Luciano, que é assim: o design thinking, por exemplo, ele traz algumas práticas de facilitação, que garantem convergência. Isso mais o próprio agilismo que você sempre tem que convergir em curto prazo, faz com que você consiga corrigir a rota rapidinho, entendeu?

Então assim: eu fico brincando… eu fico muito à vontade pra falar isso, porque eu sou engenheiro e engenheiro é um bicho cético, né assim, acha tudo bobeira. E quando a gente começou a apostar pesado em  design thinking, e dinâmicas que você usa lego, você usa até o lado das pessoas brincarem um pouco, o lado lúdico. E aí você tem na sala ali um diretor e um cara que tá na ponta,  com aquelas dinâmicas lúdicas, o cara esquece a posição e contribui verdadeiramente com a solução de um problema.

No programa 176, temos Willians Fiori – Professor, podcaster e profissional de marketing e vendas na área de saúde, que se especializou em Gerontologia. Uma conversa fascinante sobre aquilo que alguns chamam de “melhor idade”, mas que é na verdade a envelhescência.

Willians – Tem uma coisa que… a minha avó, ela teve uma queda, ela teve que parar de cozinhar. Ela amava cozinhar. Quando la parou de cozinhar, é como se tivesse tirado a vida dela. Então assim: o Japão hoje, o governo incentiva os idosos acima de 80 anos, que são super idosos, a renovar a carta, porque eles que movimentam a economia do automobilismo. 

Então assim: desde que ele tenha capacidade cognitiva, não tem problema nenhum, quando a gente pega índice, inclusive de batidas de carro e tal, os idosos são muito mais cuidadosos do que jovens.

Luciano – Basta olhar a seguradora. A seguradora sabe disso e põe isso na conta

Willians – Exatamente. Até brinco: a gente tem hoje cinquenta milhões de pessoas acima de cinquenta anos no Brasil, né? Eles são consumidores e as empresas, a industria, ignora esses cinquenta milhões de consumidores,

No programa 177 temos Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk, empresa focada na gestão de relacionamento com clientes, que ajuda as empresas a colocar seus clientes no centro de sua estratégia.

Rodrigo – A gente saiu de lá, a gente trabalhava bastante durante o dia, a gente saia de lá à noite e vinha trabalhar ainda à noite, no escritório, montando o plano do que que seria a essência, né? E o meu pai, ele tem a casa no sobrado e era muito difícil porque a gente concorria  com grandes consultorias na época. Então imagina: quem é você? Não te conheço.

E o nosso escritório era um escritório, um coworking, que hoje é bacana falar: até que poderia usar esse termo, mas na época estava compartilhando  escritório com o meu pai que cedeu ali e… mas era um sobrado, imagina: um consultor que ganhava muito dinheiro naquela época, ele ia num sobrado que…. não precisava, ele pai é advogado, atende os clientes dele ali. Não via aquele escritório moderno.

Então, esse foi o primeiro impacto. A gente tinha que vender muito nossa visão, nosso sonho e entregar alguma credibilidade pra ele, que a gente ia pagar. Acho que grande preocupação de quem ia lá trabalhar conosco, que a gente fazia entrevista: será que esses caras vão me pagar?  Porque tudo levava ali a crer que não,

No programa 178, temos Tristan Aronovich, ator, diretor e produtor de cinema que atua no Brasil e nos Estados Unidos. Uma história de um cara que sai em busca de um sonho usando seus talentos. O Tristané um daquelas malucos que faz acontecer.

Tristan – A visão, cara, é água pro vinho. Porque lá fora existe um modelo de negócio muito óbvio na verdade. Cinema é um veículo promocional muito forte. Então, se você consegue entender isso, você trabalha com toda a iniciativa privada, em cima dessa força promocional.

Então, qualquer filme… o que o pessoal chama de propaganda subliminar, que o pessoal  tem uma ideia muito errada. Propaganda subliminar é quando você coloca um frame lá. Não é isso que é propaganda subliminar. Propaganda subliminar, nada mais é do que o merchand, a propaganda que você não percebe que está sendo feita. Só isso.

Então, o cara vai lá, ele está dirigindo numa cidade, é natural que ele passe na frente de vários estabelecimentos comerciais. Agora, isso é…

Luciano – … a clássica. Pra mim, a melhor de todas que eu vi até hoje foi De volta para o futuro, quando ele está na cama desmaiado lá e a menina chama ele de Calvin.

Tristan – E é bonitinho aquilo. Então, não parece que você esta fazendo uma propaganda, aquilo está completamente inserido no contexto do filme. Agora, imagina a grana que a Calvin Klein deu pro filme…

No programa 179 temos Varlei Xavier, professor, que levou a figura do palhaço para a sala de aula para, ao lado dos alunos, aprender com mais eficiência. Uma conversa sobre educação, sobre amor às crianças, sobre criatividade, sobre fazer diferente, sobre usar o lúdico, sobre usar o palhaço para mudar a vida das pessoas.

Varlei – Na verdade o palhaço aprendedor, é uma profissão nova. Estou criando uma profissão nova. Eu falo que é a profissão do futuro. Ele faz uma visita semanal  na sala de aula, pode durar de cinquenta minutos a duas horas e nesse momento, o professor está dando a aula dele. Só que na educação, a gente não tem ninguém comprometido com o erro.

O que a gente tem hoje em dia e sempre teve, mas hoje em dia está muito forte, são pessoas com medo de errar. E medo de errar, ela vai tirando a vontade de aprender, porque você não quer assumir o risco de tentar fazer uma conta. Eu costumo dizer que o medo de errar é uma doença degenerativa. Que é incapacitante.

Então, o palhaço, ele arrisca. E arriscando ele erra. Errando, os alunos vão conduzindo. Então, normalmente o ideal é que o professor, ele só lance luz pro problema que o palhaço propôs, pro erro,  que a gente chama de melhor erro possível, que é como se fosse  o MVP do palhaço; E aí a criança vai ajudando a conduzir o palhaço pra aprendizagem.

No programa 180 temos Marco Aurélio da Silva, com a Mammute, que desenvolve líderes, olha só: uma empresa que desenvolve líderes, integra pessoas e constrói equipes de alta performance . Um papo que cai como uma luva para o LíderCast.

Marco – … eu quero que você me faça uma proposta. Aí, eu falei: proposta? A senhora desculpa, eu não sei mesmo. Falei: o que a senhora quer que eu faça, eu faço de graça pra senhora. A senhora me diz aí o dia que a senhora quer, eu venho aqui e faço. Ela falou: não. De graça você não pode fazer.  Eu preciso te remunerar por isso. 

Ela me ajudou, acreditou em mim e eu fui. No dia anterior, ela já tinha falado em auditório, tinham quinhentas pessoas, tinham mil pessoas. Eu já tinha tido essa experiência do auditório, com uma Bíblia na mão, um púlpito, eu tô falando. Mas, naquele momento, eu ia pra um auditório de treinees. Que a gente lia nas revistas que era o cara que tinha um ego inflado, que era o cara que tinha passado em seleções de trinta mil pra vinte e quatro vagas.

Luciano – o moleque que vai ser…

Marco – … e aí, você fala: cara! Como é que é esse menino! A noite anterior eu passei muito mal, fiquei com febre, perdi a voz. E liguei logo cedo. Ó. To indo praí, mas estou sem voz. Fui embora. Ela chegou com uma garrafinha de água, chegou com uma maçã e cravo. Come a maçã, mastiga ese cravo, toma essa água, você tem meia hora pra ficar bom. 

E assim terminamos a temporada 13 do LíderCast.

E a Nakata, hein?A Nakata continua liderando, continua empreendendo, continua fazendo acontecer, fabricando autopeças para veículos leves e pesados e motos e mantém um blog com dicas para ajudar você a cuidar bem do seu carro e economizar na manutenção. E também, com dicas técnicas para o seu mecânico. OLha só. Está terminando a promoção. Se você entrar no blog.nakata.com.br e colocar ali um comentário dizendo que chegou lá através do Café Brasil, você ainda concorre pela Udemy a um curso. Tem milhares de cursos lá. Um curso até duzentos e cinquenta reais, que pode mudar a sua vida,

De novo: blog.nakata.com.br. Coloque um comentário em qualquer post e cruze os dedos.

Tudo azul? Tudo Nakata.

Muito bem, vamos então para o final. Olha! Eu espero que você ouça esta temporada do LíderCast. Ela está, como todas as outras, especial. É muito boa pra conhecer um monte de brasileiros que estão fazendo acontecer, batalhando em vez de ficar chorando. Já são 180 entrevistas, todas com os pés no chão, sem super heróis nem fórmulas mágicas, apenas mostrando que nada resiste ao trabalho, quando ele é feito com tesão, com vontade de vencer e com responsabilidade.

É isso que é o LíderCast. Uma homenagem a quem trabalha, para si, para outros, para progredir. Não importa se de direita, de esquerda ou de centro. O LíderCast é liderança e empreendedorismo na veia.

Só lembrando: os assinantes do Café Brasil Premium recebem os 13 episódios desta temporada de uma vez só. Os não assinantes, vão receber um por semana. E se você acessar o portalcafebrasil.com.br, ou então lidercast.com.br, você encontra os programas totalmente transcritos. O nosso bate papo está todo transcrito. Você pode inclusive fazer um download em PDF.

O Café Brasil é produzido por quatro pessoas. Eu, Luciano Pires, na direção e apresentação, Lalá Moreira na técnica, Ciça Camargo na produção e, é claro, você aí, completando o ciclo.

De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br, nossa “Netflix do Conhecimento”, onde você tem uma espécie de MLA – Master Life Administration. Então acesse cafedegraca.com e experimente o Premium por um mês, sem pagar.

O conteúdo do Café Brasil pode chegar ao vivo em sua empresa através de minhas palestras. Acesse lucianopires.com.br e vamos com um cafezinho ao vivo?

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Para terminar, uma frase de Benjamin Franklin

Se você deseja um trabalho bem feito, escolha um homem ocupado; os outros não têm tempo.