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653 – LíderCast 11

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Luciano Pires -

Mais uma temporada do LíderCast. Esta aqui é a décima primeira! Desta vez são 16 episódios, mais de 24 horas de conteúdo sobre empreendedorismo e liderança, com quem coloca a mão na massa. Prepare-se para conhecer o elenco.

Posso entrar?

Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

E quem vai levar o e-book Me engana que eu gosto é o William

“Bom dia, boa tarde, boa noite, Luciano. 

Luciano: o que foi esse LíderCast com o Paschoal. Animal, sensacional, sem comparação, cara! Amei de ouvir e vou ter que ouvir de novo porque o programa foi pesado, pesado. fui ouvir só porque era o Pompeo Pompílio Pomposo do Castelo Ra Tim Bum e tive foi uma puta aula de vida. Que aula que vocês deram de vida, de solução de problema e tudo. Porra cara! Agora vocês me deixaram uma bomba que eu vou ter que ouvir o programa de novo, mais umas três vezes pra ver se eu consigo resolver os problemas que existem no meu caminho e traçar uma história que eu não sei onde que vai dar, mas eu sei que vocês estão me ajudando muito. Você arrebenta cara! 

Vou contribuir com a Confraria, os dez reais, todo mês. São os dez reais mais bem investidos. O preço é dez reais, mas o valor é de um milhão de reais todo mês. 

Muito obrigado, Luciano por esse conteúdo, que o Cafezinho tenha vida longa, que vocês tenham aí mais sessenta anos de muita saúde pra produzir muito conteúdo e inspirar muitas pessoas. Um forte abraço.”

Pois é, William, eu fico fascinado com a forma como cada programa impacta as pessoas, viu? A gente nunca sabe qual será a palavra, a história, o comentário que atingirá a pessoa certa no momento certo. Programas que uns acham chatos, outros acham maravilhosos e essa é a riqueza da vida, sabe? Temos é de ter a sapiência de perceber que nessa multiplicidade está o valor. Isso é que é tolerância e diversidade.

Muito bem. O William receberá um KIT DKT, recheado de produtos PRUDENCE, como géis lubrificantes e preservativos masculinos. Basta enviar seu endereço para [email protected].

A DKT é mais que uma empresa, é uma causa. Distribui as marcas Prudence, Sutra e Andalan, contemplando a maior linha de camisinhas do mercado, além de outros produtos como anticonceptivos intrauterinos, géis lubrificantes, estimuladores, coletor menstrual descartável e lenços umedecidos. Mas esses são só os produtos, cara. A causa é muito maior: a causa é reverter grande parte de seus lucros para projetos nas regiões mais carentes do planeta evitando assim a gravidez indesejada, infecções sexualmente transmissíveis e a AIDS. Ao comprar um produto Prudence, Sutra ou Andalan você está ajudando nessa missão!

facebook.com/dktbrasil

Vamos lá então!

Luciano – Ô Lalá, na hora de empreender no amor, qual é a decisão mais importante?

Lalá – Ora essa! Usar Prudence!

O Café Brasil Premium, a nossa “Netflix do Conhecimento”, continua naquela nobre missão: ajudar você a ampliar o seu repertório, a encontrar o tema certo, com a abordagem certa, no minuto certo, pra poder tomar as melhores decisões no seu dia a dia. Você duvida hein? Olha aqui: acesse cafedegraca.com e você poderá experimentar o Premium por um mês, sem pagar.

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O conteúdo é extra-forte.

Tudo bem… vamos entrando então no quarto ano do LíderCast. Cara! São quatro anos! E com esta temporada aqui serão 155 programas, quase 300 horas de conteúdo, conversando com 153 pessoas que de alguma forma fazem acontecer. Eu acho que já construímos um acervo para ser analisado pelos historiadores lá no futuro cara, que entenderão como é que era fazer negócios no Brasil no começo do milênio…

Mas vamos ao elenco da Temporada 11!

No programa 140 recebemos Carlos Nepomuceno – Doutor em Ciência da Informação, jornalista, escritor e consultor especializado em estratégia no mundo digital. Mas acima de tudo um provocador, interessado em estudar o impacto da internet na sociedade, aplicando o pensamento bimodal. Bimodal, cara? É. Você ficou curioso é? Então ouça.

Pra mim, a grande novidade que a gente tem com a chegada da internet é a chegada de um novo modelo administrativo. Esse novo modelo administrativo surge a partir de uma nova linguagem. Que linguagem é essa? É a linguagem dos rastros. Então, analisando as mudanças de mídia ao longo do tempo, que é a ciência que a gente desenvolveu, Antropologia Cognitiva, a gente vai perceber que vão chegando novas linguagens. E essas novas linguagens vão permitindo que a gente consiga quebrar determinado limite e ir para outro. Então, se eu comparar cooperativa de táxi com o Uber, a cooperativa de táxi tem uma linguagem, que é uma linguagem baseada na oralidade e na escrita. Então tudo que acontece ali vai rolar através carta ou voz, e-mail, qualquer coisa vai ser. Não gostei de tal motorista. Vai para o diretor, o diretor analisa, toma uma decisão. E tudo vai. Eu quero um táxi, não sei o que, aí liga, não sei o quê. Tudo é voz e tudo é texto. Então era a limitação do modelo de administração que a gente está chamando de gestão. Para mim, gestão e administração não são sinônimos. Beleza. Aí quando a gente fala de Uber, aquilo é curadoria. Não tem gerente, não precisa ter gerente. E eu uso uma nova linguagem. Qual é a nova linguagem que o Uber usa? É uma linguagem dos rastros.

 No programa 141 temos Ronaldo Lira – Procurador do Ministério Público do Trabalho, uma conversa que mudará a forma como você vê o Ministério Público, mostrando como uma visão humanitária pode fazer com que a mão peluda do Estado impacte de forma positiva nas vidas de todos nós. Olha! É um programa fascinante. 

 

O garçon trabalha sem salário fixo, trabalha por gorjeta. Só que as pessoas esquecem que o Estados Unidos paga sete vezes mais o valor da hora de trabalho. Se for perguntar nos Estados Unidos quem tem uma empregada doméstica, é completamente diferente do Brasil. Porque uma empregada doméstica  lá tem um valor econômico muito maior e é por isso  que ela compra casa, é por isso que ela compra carro, ou seja, se a gente tivesse num país que os trabalhadores ganhassem algo pra ter bens de consumo, não precisaríamos ter uma legislação absurdamente grande com penduricalhos que não acabam mais no hollerith e no final do mês ele receber mil e poucos reais.Vou te dar um exemplo: vamos pro corte de cana. Os trabalhadores ganham por produção. E é óbvio, se não atingir a produção ele tem que ganhar um salário mínimo, porque ninguém pode, oficialmente, ganhar menos que isso. Mas se você pegar um trabalhador que corta quinze, vinte toneladas de cana por dia, quanto que ele vai ganhar de salário no final do mês? Menos de dois mil reais. Mil e quinhentos, mil e seiscentos, pra cortar…. agora: pro cara cortar vinte toneladas de cana por dia, isso é um suicídio antecipado.

No programa 142 recebemos Marcelo Pimenta – O Menta é um facilitador da inovação, um inquieto provocador, professor de inovação na Escola Superior de Propaganda e Marketing e fundador de um programa inovador chamado Protagonistas.

 

É difícil? É. Porque tu tem que entender que é difícil, porque há um… ali na Água Fria, ali onde eu passo quando eu venho lá de Mairiporã onde eu moro pra São Paulo, pra dar aula, pra vim pra cá, etc, eu passo…. tem um monte de aluga-se.  A empresa mais que tem mais filial do mundo é a aluga-se. E aí o povo fala: é a Dilma, não sei o que…. Cara! Na verdade, existem sim componentes econômicos, macro políticos, mas é principalmente uma falta de percepção de que o mundo mudou muito. Então, por exemplo, você tem uma loja multimarca, que é uma loja de roupas, é um herói. O cara tem que ser um herói. Porque ele tem a Dafiti, ele tem  o Ali Express, ele tem entregando camiseta polo na casa dele sem frete. Tudo bem que ele tem que esperar um tempo pra… mas ele tem. Se ele quiser, ele compra daqui… ele tem, o consumidor, muitas opções, quer dizer, é importante que a empresa perceba essa questão de estar direcionada pro cliente. Isso, é como você falou: tem que ser o dono  ou tem que ser o acionista, ou tem  que ser o presidente, ou tem que ser, às vezes, os funcionários.

No LíderCast 143 temos Doug Alvoroçado – Olha: esse alvoroçado não é nome não, é adjetivo. Um professor, intérprete de libras, um ativista pela inclusão social através da tecnologia. É uma história fascinante de alguém que sai da periferia para causar impacto em toda a sociedade.

 

Tem uma coisa que a gente parou de ser consumidor e começou a ser produtor, Então, nós vivemos essa mudança, estamos vivendo essa mudança. Então a  escola: ah, eu não recebo livro, tal, xis, tá maravilhoso. Mas o material, o conteúdo está posto na internet. Então, quer dizer, eu pego aquele material, começo a produzir e o meu mote agora é esse, cara: eu não quero ser o professor que ensina, eu quero ser o professor que produz conteúdo, conhecimento. Que o cara que produz conhecimento, ele está aprendendo, ele está ensinando, ele está ousando, ele está fazendo. Então a gente não sai só do eixo Rio São Paulo, como sai também daquele conceito sócio econômico, não. As escolas ricas vão ter e as escolas públicas não vão ter. Não. Todo mundo tem no celular que está no bolso da garotada e tem mais tecnologia do que a NASA que levou o cara pra lua pela primeira vez e a galera está fazendo. Existe, está posto. Então a gente tem que começar a quebrar esse paradigma e começar a educar para a tecnologia e não educar só com a tecnologia.

No LíderCast 144 temos Daniel Arcoverde e Rafael Belmonte – Os jovens empreendedores que criaram a netshow.me, uma empresa focada na transmissão de eventos ao vivo e que partem agora para conquistar, sabe o que, cara? O mundo.

Olha, este programa aqui foi uma tentativa de fazer uma gravação em vídeo, montar o programa fora do ambiente normal, então ele vai ter uma diferença no áudio. Mas o conteúdo é tão bom que a gente decidiu colocar no ar assim mesmo. 

A gente nunca sentou e falou: deu certo agora, mas a gente sempre comemorou as pequenas conquistas. Ao longo da jornada, tem vários pequenos marcos que a gente fala: cara, legal. Pelo que eu lembro, primeiro captação de investimento por (inaudível). A gente trouxe o maior cara de internet que tinha no Brasil pra virar nosso sócio, cara! Num primeiro momento ele falou: legal. O dia que a gente trouxe o contrato gigantesco de uma emissora de TV, porra, legal pra caramba. Vamos lá, a gente bateu, deu certo. O dia que a gente leu o contrato da MTV, a gente brindou. A primeira captação não foi investimento. Brindamos. Primeiros cem mil reais faturados no mesmo mês. Imagina, pra quem faturou trinta reais, faturar cem mil reais num mês, deu certo, né?

No LíderCast 145 temos Ana Paula Andrade – CEO de uma multinacional de trademarketing, a Marco Marketing Brasil, que construiu sua carreira passo a passo e fala com propriedade sobre liderança, inovação e a presença da mulher no mercado corporativo.

Lá, né? O cliente eu conheço tanto do seu negócio que eu posso fazer qualquer coisa pra você. E eu não acreditava nisso. Falava: eu não acho que eu posso fazer qualquer coisa, porque o negócio não se sustenta dessa forma. Você não consegue ter escala, você não consegue ser eficiente só pra esse lado. Então, dessas discussões saiu a história de querer um coach. E como eu também tinha passado por muita cooisa na minha vida pessoal, também, aí já tinha nascido a minha segunda filha, que eu tive já na AMARCO e logo depois eu me separei, então eu fiquei sozinha com os dois muito pequenos, a minha filha ia fazer dois anos quando eu me separei. Aí, o nadador foi nadar… brincadeira… nós somos super família. E aí então acho que juntou um pouo tudo, porque eu não acredito que a gente separa completamente o profissional do pessoal. Até nas minhas relações, eu tenho um monte de clientes que viraram meus amigos e o pessoal que trabalhou comigo, acho que é impossível você separar uma coisa da outra, né?

No LíderCast 146, recebemos Cândido Pessoa – Um intelectual, professor no Paradigma centro de Ciências do Comportamento. Olha! É um papo delicioso sobre o comportamento das pessoas em sociedade. Cara! É fascinante!

 

O que acontece? Quando você tem um organismo se comportando e contingente a um determinado comportamento, vamos supor, levantar a mão na sala de aula. Ele tem uma consequência sempre negativa, né? E o  professor fala: lá vem a pergunta idiota. Fala, cara que não entende nada. Acabou. O que que vai acontecer? Ele não vai perguntar nunca mais. Só que quando você estuda isso direitinho, você vê que além de aquela pessoa não perguntar mais, ela… o ambiente de escola vai começar a assumir as propriedades daquela punição, né? Daquela consequência negativa que ele recebeu. O professor vai começar a ser pareado com essa punição. E o que esse menino vai fazer? Supondo que é um menino, né? O que esse estudante, esse menino vai fazer? Ele vai começar a evitar esses estímulos,  ele vai começar a se comportar pra não aparecer na escola, ele vai começar a se comportar pra não precisar levantar a mão, pra tentar ser o mais “esqueçam de mim”…

LíderCast 147 – Meu amigo Sherlock Gomes – Músico, um guitarrista e baixista excepcional cuja vocação é ensinar. É um papo delicioso sobre música e viver de música, daqueles que eu adoro.

Sherlock – Mas eu não tive toda essa experiência de quem cresceu ouvindo rock sabe, os clássicos do rock assim, Então, com quatorze anos, eu não conhecia Led Zeppelin, eu não conhecia Black Sabbath, Ozzy, Iron, nada disso.

Luciano – Mas ouvia a guitarra do Pink Floyd.

Sherlock – Sim, mas aquela suavidade gostosa, né? Viajante, Então tive acesso à guitarra porque nessa igrejinha tinha uma guitarra. E aí eu, né, peguei  a guitarra, gostei, mais macia tal, e ficava la também… mas a experiência foi muito porque naquela época você chegava, aí o pastor falava praquela irmãzinha. Vem dar seu testemunho, irmã Maria. Ela chegava lá: saudamos os irmãos com a paz do Senhor. Eu vou cantar o hino 93. E abria a boca e começava a cantar.

Luciano – E aí você tinha que ir atrás.

Sherlock – Putz cara. Você tem que achar a tonalidade, mudar osacordes de acordo com o que ela está cantando. Então, cair nesse desafio de ter que dar conta desse recado e muito rápido, porque fica muito mico você estar lá na frente buscando os acordes, né? A mulher acaba de cantar e você fala: ah! Lá maior, agora eu peguei.  

No Lídercast 148 recebemos Bruno Busquet – CEO da Tupiniq,In Inside Out Agency e president do POPAI Brasil, entidade dedicada ao desenvolvimento da atividade de Marketing de Varejo no Ponto de Venda. É um papo com quem está permanentemente medindo o pulso do consumidor, olho no olho.

 

 

 

 

 

 

Lá atrás quando eu comecei, Luciano, como eu te disse, eu vinha pra cá pra São Paulo muitas das vezes. eu tinha vinte anos de idade, eu era muito novo, né? Eu era  um menino. Era um menino que virou empresário. Aí todo mundo fala: ah! mas você tá muito novo pra fazer. Hoje em dia, se você olhar vinte anos atrás, um garoto de vinte anos fazer a empresa, beleza, é muito difícil. Hoje é fácil, hoje tem um monte de menino que abre uma empresa tecnológica rápido e fácil. Antigamente não. E todo mundo me dizia: ah! Mas ninguém vai te dar credibilidade, você é muito novo, você não sabe como é que faz isso. E eu falava assim: cara, você tem quando anos? Eu tenho quarenta. Pensa: quando eu estiver na tua idade  eu vou ter vinte  anos de experiência. Olhar pelo lado positivo, é importantíssimo. E aí, quando eu cheguei aqui em São Paulo, eu percebi que primeiro: eu precisava deixar a barba crescer, pra ficar com cara de mais velho. Hoje eu estou tentando esconder a minha barba branca. É verdade. Preciso esconder. Mas assim, eu tive que deixar a barba crescer pra poder passar uma cena de idade. Porque eu tinha qualidade no que eu estava passando, no que eu estava passando de informação,

Luciano – Mas era um pirralho.

Sherlock – Um pirralhozinho. E durante muito tempo, desde que eu cheguei em São Paulo, eu tive funcionários muito mais experientes do que eu. 

No LíderCast 149 temos Ronaldo Tenório – Empreendedor, que vem lá do nordeste para mudar a vida de milhões de pessoas com um aplicativo, o Hands Talk, que ganha prêmios em todo o mundo e está só começando a fazer acontecer. É uma conversa sobre como uma ideia e um grupo de jovens com vontade e habilidade pode mudar vidas. No mundo todo.

 

 

 

 

 

 

A gente lançou o aplicativo e com o aplicativo veio uma gigantesca exposição. De uma hora pra outra a gente estava nos principais veículos de comunicação,  capas de revista, portais de notícia e a gente estava ganhando um prêmio lá em Abu Dabi, a gente foi pra Abu Dabi como finalista de um prêmio da ONU. É como se fosse o Oscar dos aplicativos. E chegando lá, cara, só de estar lá já impressionou a gente, isso era 2013. Do meu lado tinha um japonês e outro alemão. Então eu disse: a gente não vai ganhar esse negócio aqui, né? E a gente que vem de Maceió… gente: tá bom demais isso aqui já, conhecer essa turma e a gente apresentou lá e a Hands Talk foi eleita o aplicativo da Hands Talk foi eleito o melhor aplicativo social do mundo. Mais de quinze mil aplicativos inscritos…

Luciano – Que ano foi isso?

Ronaldo – 2013. E a gente percebeu que a solução que a gente criou ganharia uma proporção maior do que a gente imaginava. Que o problema que a gente estava resolvendo não estava resolvendo só pro Brasil, que a gente poderia resolver isso no mundo.

No LíderCast 150, temos Ana Letícia – Executiva que larga tudo para empreender com um carrinho de pipoca…. e que hoje está à frende do Projeto Âncora, que vê na educação a maneira mais potente de promover o Desenvolvimento Social e por meio dela formar comunidades de aprendizagem

                   

 

 

 

 

 

Financeiramente estava indo bem, já tinha a minha casa, já estava com uma certa estabilidade financeira e aí… aí você começa a se questionar. Foi nesse momento que assim… eu senti a necessidade de parar, de repente, casar, de repente, quem sabe, olhar pro lado familiar que até então eu não me preocupava com isso. E foi quando eu constitui família, foi aí que eu não me casei, nunca fui adepta do casamento mas, morei junto com o meu ex marido e nós tivemos simplesmente três filhos, numa sequência. Não vou te dizer que foi exatamente planejado, mas foram todos muito bem-vindos. E nessa época eu estava numa função de gerente e na informática acontece muito isso, não sei se é só na informática. O gerente, ele tem que estar lá o tempo todo, né? Ele tem que estar lá no tempo que o cliente está, ele tem que estar lá no horário que o primeiro funcionário chega, no horário que o último sai então eu trabalhava muito, muito. Mas eu achava que estava fazendo muito bem, eu achava que aquilo ali era o que melhor eu podia fazer pelos meus filhos. O casamento não deu certo, mas assim, até hoje eu tenho um bom relacionamento com o meu ex marido em função das crianças a gente se fala bem, 

Luciano – Falso. Levou três filhos pra descobrir que não deu certo.

No programa 151 temos Irineu Toledo – Radialista, uma das vozes mais marcantes e conhecidas da rádio brasileira, com uma história fascinante que passa pela história da rádio AM e FM no Brasil. Olha. É um papo sobre a relação com os ouvintes. E além de tudo o Irineu é meu amigo de fé, meu irmão camarada.

Outro dia fui fazer uma palestra pra gente de rádio contando só as besteiras que eu já fiz na rádio. E graças a Deus, os mestres que eu tive, os principais mestres foram os ouvintes. Seja em relação à ética, seja em relação àquilo que eu tenho que fazer, relação a respeito que você tem que ter com quem ouve, o quanto eu não sou superior a ninguém com o meu gosto, com o meu estilo, com o meu jeito, sabe? Com as minhas opiniões, então você começa a equalizar, entender quem ao expressar a sua opinião e o seu gosto, você precisa achar um jeito de não ser ofensivo em relação a quem está ouvindo, porque grande parte das vezes, o maior ignorante era eu. Então, aprendi e eu tenho que agradecer as pessoas que tiveram a pecha de ligar pra rádio, reclamar de mim, porque muitas delas não reclamaram, mas foram embora, nunca mais voltaram. Essas eu não sei. Mas as pessoas que ligaram pra dar um bronca e me deixaram magoado, chateado, com raiva, não sabe nada, mas me ensinaram a respeitá-las ao sentido todo que a gente tem que ter pra tratar com comunicação, né?

O LíderCast 152 tem Lucia Moyses – Escritora, psicóloga e neuropsicóloga, um papo sobre comportamento, sobre os desafios psicológicos que impedem que as pessoas façam acontecer.

Lucia – Eu quero certeza, eu quero buscar outras coisas, eu quero a complexidade da mente humana. Eu queria a complexidade da mente humana. Como as pessoas… por que que as pessoas são assim? Por que elas agem desta forma e eu conversava muito, eu sempre fui muito expansiva, sempre conversei muito com as pessoas. Pra mim, a interação com as pessoas era mais importante do que qualquer outra coisa, então, eu vi muito sofrimento, eu vi muita coisa que eu não conseguia explicar. E eu pensei: olha, cansei de lidar com dados, vou lidar com gente. Larguei o Banco do Brasil pela segunda vez…

Luciano – Pediu pra sair?

Lucia – Pedi

Luciano – Estava com quanto tempo de casa? Quinze anos de casa?

Lucia – Vinte anos. 

Luciano – Vinte anos de Banco do Brasil.

Lucia – Vinte anos

Luciano – Aos quarenta e oito anos de idade, depois de vinte anos de Banco do Brasil, você resolve que vai sair.

Lucia – Resolvi que não queria mais.

No LíderCast 153, temos Rafael Bernardes – Empreendedor em TI, que capacita outros profissionais de TI para se tornarem empreendedores. Cara, quando a turma de TI dominar todos os atributos do empreendedorismo, esses caras vão mudar o mundo!

Eu fiz o processo seletivo da Microsoft. Não passei. Mas foi muito tranquilo quando ao não passei. Um amigo meu, que hoje é amigaço meu passou, tal e eu fui acompanhando. Mas eu fui empreendendo. Tem que ter uma vez que eu consegui. Mal sabia eu que eu ia ser chamado duas vezes seguidas e ia rejeitar. No futuro eu ia ser chamado duas vezes e eu rejeitei por querer. Não quero. Enfim…mas nessa época eu falei não, eu vou seguir em frente, eu vou seguir a minha empresa, fomos crescendo, eu peguei contratos legais, coisas boas, interessantes. O meu problema, o que eu quebrei, foi ao contrário. eu não quebrei por falta de dinheiro. Eu quebrei por excesso de dinheiro com pouca mentalidade. Com vinte e poucos anos eu estava gastando no cartão, vinte mil reais, naquela época. Porque eu estava entrando dinheiro, entrando dinheiro e eu gastando tudo, gastando tudo, gastando tudo. Compra carro, compra aquilo. Quebrou. Porque eu não soube gerir o meu dinheiro. Quebramos, teve que fechar a loja, eu tive até uma acusação contra a minha esposa que ela era a dona da loja. A gente quebrou junto, a gente estava fazendo as coisas meio junto, a loja dela era de cartucho, no centro da cidade. Era, na época, um bom filão. Chegou até ameaçar de prende-la. tal, perdi tudo. Aí um amigo dá tantos mil pra ajudar, minha mãe dá tantos pra ajudar e mesmo assim fica devendo por longos dois, três anos, pra pagar tudo. Aí reduz tudo, vai low profile, vou eu morar de favor na casa da minha mãe, um ano, depois na casa da minha sogra, um ano, até reestruturar. 

LíderCast 154 temos Diogenes e Michelle Cezila – Empreendedores brasileiros, que se mudam para os Estados Unidos com uma mão à frente e outra atrás e hoje são donos da Top Clean, um empreendimento em Baltimore, cumprindo o sonho de milhares de outros brasileiros.

Michelle – Eu desestabilizei por um bom tempo emocionalmente, foi muito difícil. Até que num ponto, tipo… a casa caiu mesmo. E daí no segundo ano eu já estava voltando mais na ativa. Eu estava engrenando mais. E no primeiro ano eu falava: eu tenho que ir também, eu quero ir também, corria atrás e ele falava: não é tempo ainda. Vamos devagar e tal. Daí, depois que eu tipo, desliguei dessa ideia. Falei: ah, tá bom. E daí eu comecei: ah, quer saber de uma coisa? Vou cuidar de mim. Eu tenho que estar bem comigo mesma, eu tenho que ficar bem aonde eu estou. Quando eu comecei a curtir tudo que eu tinha e estava vivendo intensamente, eu estava numa das melhores fases da minha vida. Daí ele falou assim: por que você não tenta um visto? Falei: ah, tá bom. Tentar o visto?Pensei comigo: se pegar, pegou, se não pegar também está ótimo. Estou tocando a minha vida aqui.

Diógenes – A ideia era assim: se você pegar o visto beleza, a gente vem pra cá, a gente casa e aí você muda de status de visto. Porque o meu visto dava a opção dela ser dependente do meu visto. Depois de casado

Luciano – Você pegou o teu visto green card?

Diógenes – Não. É um visto chamado R, religioso.

No LíderCast 155 temos Emilio Costa – Servidor público de carreira, que a partir das dificuldades de mandar um filho para estudar nos EUA escreve um livro com o caminho das pedras. Um papo sobre carreira no serviço público e sobre o orgulho de ver um filho fazendo acontecer lá no estrangeiro.

Meu livro chama: Como ingressar numa universidade americana e a diferença que isso fará na sua vida. A diferença que isso fará na sua vida é um subtítulo. Porque eu vi isso no meu menino, né? Eu vi a diferença que ir pra fora, que…ir pra uma universidade americana, existe um senso de responsabilidade lá, Luciano, incfível. Você sabe disso, você estudou lá.

Opa! Ficou curioso, cara? Então você tem duas opções: se assinar o cafebrasilpremium.com.br você pode baixar a temporada completa, com os 16 episódios já! Imediatamente. Se não assinar cara, vá esperando aí um episódio por semana, depois de 16 semanas você terá ouvido todos.

O LíderCast mantém parceria com a WeWork, um ambiente fantástico com espaços de trabalho privados ou compartilhados, que ajudam a criar um mundo onde você pode ter uma vida e não apenas um trabalho. A WeWork é um lugar onde você entra como um indivíduo, ‘eu’, mas se torna parte de um grande ‘nós’ – weworkbr.com.

É assim, ao som do tema do LíderCast que encerramos mais esta edição do Podcast Café Brasil.

Com o ilustrado Lalá Moreira na técnica, a polida Ciça Camargo na produção e eu, que a cada temporada enriqueço intelectualmente, Luciano Pires na direção e apresentação.

Estiveram conosco o ouvinte William e os 16 convidados da Temporada 11 do LíderCast.

Este é o Café Brasil. De onde veio este programa tem muito mais, especialmente para quem assina o cafebrasilpremium.com.br.

Gostou do conteúdo do Café Brasil? Já pensou ele ao vivo em sua empresa? Acesse lucianopires.com.br e conheça minhas palestras. Quem assiste não esquece!

Mande um comentário de voz pelo WhatSapp no 11 96429 4746. E também estamos no Telegram, com o grupo Café Brasil.

Pra terminar, uma frase de Fabrício Carpinejar, certamente inspirado na fábula do Menino e o lobo, e que tem tudo a ver com liderança e empreendedorismo:

Se você transformar qualquer incômodo em drama, quando o seu sofrimento for sério, os amigos não vão acreditar